"Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros." (João 13:35) "Onde estiverem reunidos, em Meu nome, dois ou três, lá estarei no meio deles." (Mateus 18:20)

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A Bíblia é a Palavra de Deus?

Será que a Bíblia, toda ela, é a "Palavra de Deus", "infalível", "perfeita", "sem contradições", etc?
  Jesus afirmou: "Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento.  Este é o grande e primeiro mandamento.  E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.  Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. (Matheus 22:37-40)
Paulo também disse: "Com efeito: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. (Romanos 13:9)"
  O que aí não se inclui, são quinquilharias humanas. Jesus trabalhou aos  sábados; não permitiu que apedrejassem a adúltera; foi contra o divórcio, contrariando Moisés,  pois, afinal, eram leis de Moisés, leis para  doutrinar aquele povo, e não leis divinas, que nunca se alteram.
No Sermão da Montanha, Jesus revogou algumas coisas do Antigo Testamento, retificando o que era humano nas leis mosaicas: "Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e, se qualquer te obrigar a caminhar mil passos, vai com ele dois mil. Dá a quem te pedir, e não voltes as costas ao que quiser que lhe emprestes.Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem;para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis demais? não fazem os gentios também o mesmo? Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial. " (Mateus 5:38-48)
  A expressão "a palavra de Deus" é de origem judaica. Foi naturalmente herdada pelo Cristianismo, que a empregou para o mesmo fim dos judeus: dar autoridade à Igreja. A Bíblia, considerada a "palavra de Deus", reveste-se de um poder mágico: a sua simples leitura, ou simplesmente a audiência dessa leitura, pode espantar o Demônio de uma pessoa e convertê-la a Deus. Claro que o Espiritismo não aceita nem prega essa velha crendice, mas não a condena. A cada um, segundo suas convicções, desde que haja boa intenção.
  É impossível provar que "de capa a capa"  a Bíblia é divinamente inspirada. O "credo quia absurdum" (acredito mesmo que absurdo) é fruto do dogmatismo, criação humana dos concílios, enquanto o Espiritismo é a doutrina do livre-exame e consiste na fé raciocinada, apta a "encarar a razão face a face em todas as épocas".
        Somente às religiões dogmáticas, que se apresentam como vias exclusivas de salvação, interessa o velho conceito da Bíblia como palavra de Deus. Primeiro, porque esse conceito impede a investigação livre. Considerada como a palavra de Deus, a Bíblia é indiscutível, deve ser aceita literalmente ou de acordo com a "interpretação autorizada da igreja". Por isso, as igrejas sempre se apresentam como "autoridade única na interpretação da Bíblia". Segundo, porque essa posição corresponde aos tempos mitológicos, ao pensamento mágico, e não a era de razão em que vivemos.
     O professor Rubem Alves no seu livro  "Protestantismo e Repressão" (Ed. Ática, 1979) ilustrou muito bem o estado de espírito dominante nas congregações evangélicas. Para uma breve idéia do conteúdo da obra, transcrevemos um trecho da análise de Renato Pompeu na revista "Veja" de 10-10-79:
"Fica claro, por exemplo, que o protestantismo, pelo menos o analisado por Alves, se baseia num equívoco. O livre exame, por exemplo, não existe. Tal como o católico, que, na análise da Bíblia deve seguir uma autoridade - por exemplo, um papa infalível - o protestante também não é livre para interpretar as Escrituras. Ele deve seguir o que se chama de "confissões", interpretações elaboradas por pessoas consideradas entendidas do assunto. Só podem ser aceitas as "confissões" aprovadas  pelos poderes  dominantes na comunidade protestante, ou seja, a fé passa a ser uma questão de poder."
   Há contradições insanáveis em que se afundam os hermeneutas religiosos. Vêem-se eles obrigados a perigosas ginásticas de raciocínio, apoiadas em fórmulas pré-fabricadas, para se safarem das contradições do texto. Mas não escapam jamais a contradição fundamental que é esta: consideram a Bíblia como a palavra de Deus, mas estabelecem, para sua interpretação, regras humanas. Dessa maneira, é o homem que faz Deus dizer o que lhe interessa. As supostas condenações do Espiritismo pela Bíblia, por exemplo,  decorrem das interpretações sacerdotais, até alterando os textos, moldando a "Palavra de Deus"  segundo suas conveniências. A Bíblia é um dos maiores repositórios de fatos espíritas de toda bibliografia religiosa. E os textos bíblicos estão eivados de passagens tipicamente espíritas.
     Emmanuel, trabalhador incansável do Cristo, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, nos diz: "O ato de crer em alguma coisa demanda a necessidade  do sentimento e do raciocínio, para que a alma edifique a fé em si mesma. Admitir as afirmativas mais estranhas, sem um exame minucioso, é caminhar para o desfiladeiro do absurdo, onde os fantasmas dogmáticos conduzem as criaturas a todos os despautérios"  (O Consolador, Ed. FEB, pág. 201).
   Será mesmo que tudo na Bíblia tem inspiração divina?
      A despeito da expressa proibição: "Em ti não se achará  quem faça passar pelo fogo seu filho ou a sua filha" (Deut. 18:10), os judeus de vez em quando queimavam seus filhos em sacrifício (II Reis 17:17) e até  alguns reis cometeram esse crime hediondo, como Manasses (II Reis, 21:16) e Acaz (II Crôn. 28:3), e até  o grande libertador Jefté, que foi Juiz em  Israel por seis anos, foi "cheio de espírito e ofereceu a sua filha em holocausto a Deus" (Juizes 11:29 e 39). Alguns textos levam a supor que os sacrifícios humanos tinham o beneplácito de Javé , uma vez que "o homem consagrado a Deus não poderá   ser resgatado, será   morto" (Lev. 27:29).
     Jeu, rei de Israel por 28 anos, matou 2 reis israelitas, Acazias e Jorão (II Reis 9:24-33), bem como toda a linhagem do ex-rei Acab, inclusive seus 70 filhos (II Reis 10:7) e mais 42 irmãos de Acazias (II Reis 10:14), além de inúmeros adoradores de Baal (II Reis, 10:25) e apesar de tão zeloso "não se apartou dos pecados do ex-rei Joroboão e nem destruiu os bezerros de ouro" (II Reis 10:29). Pois foi a esse rei idólatra e sanguinário que Javé  afirmou: "Bem obraste em fazer o que é reto aos meus olhos" (II Reis 10:30)
       Samuel era vidente de Deus (1. Samu. 9:19), mas mandou que o rei destruísse totalmente os amalequitas, "matando desde o homem até a mulher, desde os meninos até os de mama, desde os bois até as ovelhas e desde os camelos até os jumentos" (1. Samuel, 15:3).  Mas Saul poupou os animais e por isso foi castigado (1. Sam., 15:26).
       Moisés, que "era o mais manso de todos os homens que havia na Terra"  (Num 12:13), desce do Sinai com as "Tábuas da Lei", onde constava o mandamento "Não Matarás" e logo, para passar da teoria à prática, manda matar 3 mil dos seus compatriotas e ainda por cima pede a benção de Deus para os assassinos (Ex. 32:28/29). Josué conquistou todas as cidades da prometida "Canaã destruindo totalmente a toda alma que nelas havia" (Jos. 10:35), "destruindo tudo que tinha fôlego, como ordenara o Senhor Deus" (Jos 10:42), o que não é  de se admirar, uma vez que Javé   é  "homem de guerra" (Ex. 15:3).
      "Cada um tome a sua espada e mate cada um a seu irmão, cada um a seu amigo, cada um a seu vizinho" (Ex. 32:27)
       "Nenhuma coisa que tem fôlego deixarás com vida" (Deut. 20:16)
        "Se o povo de uma cidade incitar os moradores a servir outros deuses, destruirás ao fio de espada tudo quanto nela houver, até os animais" (Deut. 13:12/15)
           Veja também que havia diversos "Deuses", não só Javé . Este, claro, era o "Deus" oficial do povo e, sob o seu nome, houve de fato manifestações de espíritos enviados por Deus.
   Quando se tem acesso ao livro de Jonas, nota-se um paradoxo: "Deus" se apieda da cidade de Nínive, a grande inimiga de Israel, mandando o profeta Jonas pregar aos seus habitantes, em detrimento dos amalequitas, assassinados por ordem "divina", sem chance de arrependimento.   Afinal, há preferência de "Deus" por alguns de seus filhos ? Portanto, que "Deus"  é esse? Prejulga merecer o povo de Nínive a sua misericórdia, enquanto os amalequitas foram cruelmente assassinados por sua ordem.
    Veja  os versículos abaixo em Levitico 21:16-24 e raciocinem um pouco: um ato tão desumano de PRECONCEITO  teria vindo do próprio Deus?
16 Disse mais o Senhor a Moisés:  17 Fala a Arão, dizendo: Ninguém dentre os teus descendentes, por
todas as suas gerações, que tiver defeito, se chegará para oferecer o  pão do seu Deus.
18 Pois nenhum homem que tiver algum defeito se chegará: como homem  cego, ou coxo, ou de nariz chato, ou de membros demasiadamente  compridos,  19 ou homem que tiver o pé quebrado, ou a mão quebrada,  20 ou for corcunda, ou anão, ou que tiver belida, ou sarna, ou  impigens, ou que tiver testículo lesado;  21 nenhum homem dentre os descendentes de Arão, o sacerdote, que tiver  algum defeito, se chegará para oferecer as ofertas queimadas do Senhor; ele tem defeito; não se chegará para oferecer o pão do seu  Deus.
22 Comerá do pão do seu Deus, tanto do santíssimo como do santo; 23 contudo, não entrará até o véu, nem se chegará ao altar, porquanto  tem defeito; para que não profane os meus santuários; porque eu sou o  Senhor que os santifico.  24 Moisés, pois, assim falou a Arão e a seus filhos, e a todos os filhos de Israel.

      Também em Levítico, "Deus" não parece ser o grande Fisiologista, o Supremo Criador da natureza humana, desconhecendo que o processo da menstruação é natural, não podendo lhe ser imposto a pecha de imundo. Assim está escrito: "Se um homem se deitar com uma mulher  no tempo da enfermidade dela, e lhe descobrir a nudez, descobrindo a sua fonte, e ela descobrir a fonte do seu sangue, ambos serão eliminados no meio do seu povo"(Levítico 20:18).
    Menstruação é enfermidade? O próprio "Criador" desconhecendo o que criou? Um "Deus" preconceituoso, anatematizando uma função normal do aparelho sexual feminino? Ainda por cima, violento, ao ponto de expulsar o casal de seu povo?
E o que dizer de I Coríntios, 14/34, 35: "As vossas mulheres devem ficar caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja" ??
A Bíblia coloca a mulher numa situação inferior. No Velho Testamento, então, registram-se passagens lamentáveis, a respeito do conceito que a mulher tem, conforme aquilo que se chama de "palavra de Deus".
" Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisas indecentes, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lhe dará na sua mão, e a despedirá de sua casa. Se ela, pois, saindo de sua casa, for e se  casar com outro homem, e este também a desprezar, e lhe fizer carta de repúdio, e lhe der na sua mão, e a despedir de sua casa, ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, então seu primeiro marido que a despediu, não poderá tornar a  tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi contaminada; pois é abominação perante o Senhor" (Deut. 24: 1, 2, 3, 4)
Veja que Cristo contrariou aquilo que seria a "Palavra de Deus":
" 2 Então se aproximaram dele alguns fariseus e, para o experimentarem, lhe perguntaram: É lícito ao homem repudiar sua mulher?
3 Ele, porém, respondeu-lhes: Que vos ordenou Moisés?
4 Replicaram eles: Moisés permitiu escrever carta de divórcio, e repudiar a mulher.
5 Disse-lhes Jesus: Pela dureza dos vossos corações ele vos deixou escrito esse mandamento.
6 Mas desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher.
7 Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, [e unir-se-á à sua mulher,]
8 e serão os dois uma só carne; assim já não são mais dois, mas uma só carne.
9 Porquanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem.
10 Em casa os discípulos interrogaram-no de novo sobre isso.
11 Ao que lhes respondeu: Qualquer que repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério contra ela;
12 e se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério." (Marcos 10)

Evidente que era lei de Moisés, para um determinado povo, e não lei de Deus. O mesmo podemos dizer da proibição a evocação aos mortos, tão citada pelo adversários do Espiritismo.
"Quando pelejarem dois homens, um contra o outro, e a mulher de um chegar para livrar o seu marido da mão do que o fere, e ela estender a sua mão, e lhe pegar pelas suas vergonhas, então cortar-lhe-às as mãos, não a poupará o teu olho" (Deut. 25:11)
   Coitada da pobre mulher! Não tem o direito nem de defender o próprio marido. Será que os que usam o mesmo Deuteronômio para dizer que a Bíblia condena o Espiritismo segue todo esse livro? Deveriam, por coerência.
   Há várias passagens que rebaixam a mulher à inferioridade absoluta. Uma alega que "Deus" permitiu ao Rei Salomão (um assassino terrível) ter 300 mulheres e 700 concubinas, ainda o considerando como um dos seus "eleitos". Há um caso, também, em que o próprio "Deus" sugere a Isaac inventar para o Faraó que a sua própria esposa era sua irmã, para que ele, o Faraó, pudesse se aproveitar bem dela, em troca de ouro e prata.
       Em Deut. 13:6, 9 e 10, há uma ordem de matar a pedradas os adeptos de outras crenças. Uma apologia à intolerância religiosa.
      Em Levítico 22:17-18 "Deus" ordena  que a oferta a ser oferecida no altar seja de animais sem defeito. E é mais exigente ainda,  quando determina que não devam ser ofertados bichos que tiverem testículos machucados, ou moídos, ou arrancados, ou cortados (Levítico 22:24).   Os sacrifícios de animais na Bíblia  lembram bem o que acontece no Candomblé e Quimbanda nos nossos dias.
     Os adversários do Espiritismo também adoram citar Levítico para atacar a Doutrina. Mas deveriam ser coerentes e seguir todo o Levítico.
    O Javé do VT, que deu ao seu povo o mandamento "não matarás",  mandava exterminar os inimigos (e ate os amigos...) com incrível  ferocidade. Como explicar tamanha contradição?
   S. João afirmou: "Deus nunca foi visto por ninguém" (João 1:18)"ninguém jamais viu a Deus" (I João 4:12), o que foi confirmado por  S. Paulo: "(aquele) a quem nenhum dos homens viu nem pode ver" (I  Timóteo 6:16) e pelo próprio Jesus: "Não que algum homem tenha visto o  Pai" (João 6:46). Mas lemos no AT que Deus disse: "Eu apareci a Abraão,  Isaac e Jacó" (Ex: 6:3) e que Moises, Arão, Nadib e Abiu e mais 70  anciãos viram Deus (Ex. 24:9-11).
"Falava Deus a Moises face a face,    como qualquer homem fala ao seu amigo" (Ex: 33-11) e contudo o  advertiu: "Não poderás ver a minha face, porque homem nenhum verá a  minha face e viverá" (Ex. 33:20) e em seguida abriu uma concessão:  "ver-me-as pelas costas, mas a minha face não se vera" (Ex 33:23). E no  entanto o próprio Deus afirmou: 'Eu falo com Moises boca a boca e ele  vê a forma do Senhor' (Num. 12:8)e mais: "Cara a cara o Senhor falou  conosco no monte, no meio do fogo' (Deut. 5:4) e "(Moises) a quem o  Senhor conhecera cara a cara"  (Deut. 34:10). Finalmente, "Deus por duas  vezes apareceu a Salomão" (1.a Reis 11:9).
  Afinal, Deus foi visto ou não?
    Afirmando que a Bíblia é a palavra de Deus, se baseiam em versículos como esses abaixo:
16  Toda Escritura é  divinamente  inspirada  e  proveitosa  para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça;   17  para que o homem de  Deus  seja  perfeito,  e  perfeitamente   preparado para toda boa obra.    (II Timóteo 3)
       Pois bem, a minha João F. de Almeida de 1948 diz: "Toda escritura divinamente inspirada (sem o “é”) é proveitosa para ensinar...". Se assim é o correto, está explicado,  Paulo não disse que toda escritura é divinamente inspirada. Ele se referia as escrituras que realmente são inspiradas, desconsiderando outras. Aliás, Paulo também disse: "Examinai tudo e retende o que for bom" (I Tess. 5:21). Mas muitos fazem questão de não analisar nada, não usam da razão e depositam a fé no "Espírito Santo" para que aceitem qualquer bobagem como inspirada.
      Se Paulo disse "toda escritura é divinamente inspirada.." e não "toda escritura divinamente inspirada é...", então isso contradiz os evangélicos e católicos. Não dizem eles que nem tudo é inspirado, e chamam de "apócrifos" livros que não constam em suas bíblias?  Ainda por cima, a  Bíblia protestante exclui livros que  estão na Bíblia dos católicos, como Eclesiástico e Sabedoria. Aliás, outra grande contradição dos que insistem que a Bíblia é perfeita e infalível! Quem escolheu o que é divino e inspirado e o que não é divino, inspirado? O homem ou o próprio Deus? O homem, certo? Então, cadê a história do  "aceitar a Bíblia por inteiro" ? Mais uma vez, está evidente que o homem que faz "Deus" dizer o que ele quer.
Afinal, a quais escrituras Paulo se referia? Mostrei aqui que tem muita coisa na Bíblia, até mesmo palavras do próprio Paulo, longe de ser  "proveitosa  para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça;  para que o homem de  Deus  seja perfeito,  e  perfeitamente preparado para toda boa obra.". 
Outras argumentações dos que afirmam  ser a Bíblia a "Palavra de Deus":
" Jesus:
a. leu-a (Lc 4:16-20);
b. ensinou-a (Lc 24:27);"
Mas também a resumiu em "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo", excluindo os absurdos humanos, e contrariou vários pontos da lei Mosaica. Nós, espíritas, acreditamos que a Bíblia CONTÉM a Palavra de Deus, mas não é inteiramente a Palavra de Deus, infalível, inquestionável...
"Jesus  afirmou que elas eram a verdade (Jo 17:17);"


Diz o versículo 14: "Eu lhes dei a tua palavra; e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo."

    Jesus se referia a palavra que Ele(Jesus) deu ao mundo , a palavra de Deus que fez carne em Jesus, e não a Bíblia como um todo.. .


Jesus  chamou-a " A Palavra de Deus" (Mc 7:13);"
Novamente, não toda a Bíblia, pois muito do Velho Testamento ele contrariou.
"Jesus viveu e procedeu de acordo com ela (Lc 18:31);"
  "Tomando Jesus consigo os doze, disse-lhes: Eis que subimos a Jerusalém e se cumprirá no filho do homem tudo o que pelos profetas foi escrito;"
Se referia as profecias sobre o Messias, que se cumpriam com Ele.
"Declarou que o escritor Davi falou pelo Espírito Santo (Mc 12:35,36);"
Inspiração mediúnica. O certo é UM espírito santo.
"Jesus cumpriu-a (Lc 24:44). Jesus põe sua aprovação em todas as Escrituras do Antigo Testamento pois "Leis, Salmos e Profetas" eram as três divisões da Bíblia nos dias em que o Novo Testamento ainda estava sendo formado. "
"44 Depois lhe disse: São estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos.
45 Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras;
46 e disse-lhes: Assim está escrito que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressurgisse dentre os mortos;" (Lc 24:44-46)
Mais uma vez, se referia apenas as profecias a seu respeito.
Dizem:
"Em cada pessoa que aceita a Jesus como Salvador, o Espírito Santo põe em seu espírito a certeza quanto à autoria da Bíblia. É uma coisa automática. Não é preciso ninguém ensinar isso. Quem de fato aceita a Jesus, aceita também a Bíblia como a Palavra de Deus, sem argumentar."
Sei por experiência própria que quando um evangélico diz para alguém   apelar ao "Espírito Santo" para ter entendimento "sem argumentar", isso não passa de um convite a fé cega!
Em Jo 7:17, Jesus mostra como podemos ter dentro de nós o testemunho do Espírito Santo quanto a autoria divina da Bíblia: 'Se alguém quer fazer a vontade de Deus . . . '."
14 Estando, pois, a festa já em meio, subiu Jesus ao templo e começou a ensinar.
15 Então os judeus se admiravam, dizendo: Como sabe este letras, sem ter estudado?
16 Respondeu-lhes Jesus: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou.
17 Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, há de saber se a doutrina é dele, ou se eu falo por mim mesmo.
18 Quem fala por si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça. (João 7:14-18)
Mostra Jesus, que não é Deus, mas um enviado de Deus, trazendo a palavra de Deus. E diz o óbvio: que devemos reconhecer o que é a sua palavra e a palavra de Deus, para procurar cumprir essa última. Não diz nada sobre a Bíblia ser divina, mas a palavra que trouxe ao mundo com ele
Para finalizar, algumas contradições bíblicas:
1 - Como pôde Deus criar a luz antes do Sol? - (Gen. 1:3 14). Como  separou Ele a luz das trevas (Gen. 1:4), se estas nada mais são do que  a privação da luz? Como fez o dia antes que o sol fosse criado?
2 - Como afirmar que do Éden saia um rio que se dividia em outros  quatro, um dos quais, o CIOM, que corria no pais de Cuse (Etiópia)  (Gênesis, 2:13) só podia ser o Nilo, cuja nascente distava mais de mil  léguas da nascente do Eufrates?
3 - Por que a proibição de comer do fruto da 'árvore da ciência do bem e do mal' (Gen. 2:17), se é  fato que, dando a razão ao homem, Deus só  poderia encorajá-lo a instruir-se? Acaso preferia Ele ser servido por  um tolo?
4 - Por que  se atribuiu a serpente o papel de Satã (Apoc. 12:9), se a  Bíblia apenas diz que 'a serpente era o mais astuto dos animais' (Gen. 3:1)? Que língua falava essa serpente, e como andava ela antes da  maldição de que passaria a arrastar-se sobre o ventre e comer pó? (Gen  3:14) E como explicar a desobediência da serpente, se nunca se ouviu  falar de cobra que comesse pó? E como explicar que tantas mulheres  possam hoje dar a luz sem dor e tantos homens comam o seu pão sem  precisarem de suar o rosto? (Gen. 3:16/19)
5 - Como pode  ser punido com  tanto rigor um ente primitivo como Adão, que não sabia discernir entre o bem e o mal? (e a prova disso se encontra no verso 22: 'Eis que o homem é  como um de nós, sabendo o  bem e o mal'). Caim cometeu um fratricídio e não mereceu uma pena tão severa; a despeito da maldição: 'Fugitivo e vagabundo será na Terra' (Gen. 4:12) foi para Node, onde constituiu família e até construiu uma cidade (Gen.4:17) e 'seus descendentes foram mestres em varias artes" (Gênesis 4:20/22)
6 - Os teólogos pretendem que a morte entrou no mundo em conseqüência do pecado de Adão (pelo menos este é o ensino de Santo Irineu no 1o Século, confirmado por Santo Agostinho). Pergunta-se: como estaria hoje a população da Terra se a humanidade só fizesse nascer? E por que a punição teve de se estender aos animais, que nada tiveram a ver com o pecado de Adão?
7 - Como puderam encerrar 'casais de todos os animais da Terra' (Gen. 6:19) numa arca de 300 covados (198 m) de comprimento por 50 de largura e 30 de altura (Gen. 6:15) ? Como conseguiram apanhar todos esses animais e reunir tantos e tão variados alimentos e de que modo se houveram as 8 pessoas a bordo (Gen. 7:13) para alimentar todos eles (e limpar todos os dejetos) durante mais de um ano? Note-se que o dilúvio começou a 17 do 2o mês (Gen. 7:11) e os que nela haviam entrado sete dias antes (Gen. 7:10) só saíram da Arca a 27 do segundo mês (do ano seguinte é obvio) (Gen. 8:14)
8 - Se Deus é  justo e se foi Ele próprio que endureceu o coração do Faraó para que não permitisse a saída dos israelitas (Ex. 11:10), por que teria de matar todos os primogênitos do Egito, inclusive muitos milhares de inocentes crianças e até os primogênitos de todos os animais? (Êxodo 12:29)
9 - Como teriam os magos egípcios transformado a água do Nilo em sangue (Êxodo 7:22), se Moisés já o fizera antes? (Êxodo 7:20). E como puderam perseguir os israelitas com o seu exército desfalcado de todos os primogênitos (Êxodo 12:29) e empregando a sua cavalaria (Êxodo 14:23), se na 5praga haviam sido mortos todos os cavalos? (Ex. 9:6)
10 - Se o mar tragou todo o exercito do Faraó, este inclusive (Êxodo 14:28) não é  de se estranhar que com a decifração dos hieróglifos, que permite hoje conhecer toda a história do antigo Egito, não se tenha encontrado uma só referência a tão espantosa calamidade?
11 - Como entender que os autores do Antigo Testamento, tão precisos ao citar pelos nomes dezenas de pequenos reis das cidades vencidas, como Adonizedeque (Jos. 10-1), Hoão, Pira, Zafia, Debir (Jos. 10:3), Horão (Jos. 10:33), Jabim, Jobab (Jos. 11:1), Seom (Jos. 12:2), Igue (Jos. 12:4), Jeeb (Juizes 7:25), Salmuna e Zeba (Juizes 8:5), Agag (1. Samuel 15:8), Aquis (1.a Samuel 21:10), etc., não tenham mencionado o nome do Faraó que reinava ao tempo da fuga dos israelitas, o qual é  citado tantas vezes nos primeiros 14 capítulos do livro de Êxodo.?
12 - Como puderam o Sol e a Lua ficar parados no meio do céu por ordem de Josué? (Jos. 10:13) e por que necessitou ele desse milagre para vencer os amorreus, se estes já estavam destroçados pelas pedras que "caíram do céu" ?
13 - Por que a lei judaica não menciona em lugar algum as penas e recompensas após a morte? E por que nem Moisés nem os outros profetas falaram na imortalidade da alma, se isso já era conhecido dos antigos caldeus, dos persas, dos egípcios e dos gregos?
14 - Como entender que fossem eleitos e protegidos por Deus assassinos como Eude, que apunhalou a traição o rei Eglom (Juizes 3:21), Davi, que fez morrer Urias, para tomar-lhe a mulher (II Samuel 11:15) e Salomão, que tendo 700 mulheres e 300 concubinas (I Reis 11:3), mandou matar seu irmão Adonias só porque este lhe pedira uma? (I Reis 2:21 e 25)
15 -  Como se explica que os israelitas,  que "eram como dois pequenos rebanhos de cabras" (I Reis 20:27), tenham podido ferir num só dia 100 mil sírios (I Reis 20:29), e ainda por cima tenha o muro da cidade caído sobre os 27 mil restantes? (I Reis 20:30).
16 - Como admitir que o Deus que afirmou - "Os pais não morrerão pelos filhos e nem os filhos pelos pais, mas cada qual morrerá pelo seu pecado" (Deut. 24:16), se tenha enfurecido tanto contra o ex-rei Saul, ao ponto de assolar o povo com uma fome de três anos (I Sam. 21:1), só se aplacando quando Davi mandou matar sete netos daquele seu antecessor? (II Sam. 21:8/9)

4 comentários:

Jairo Lima disse...

Olá, senhor Rogério André,

No blog Cinco Solas o Clóvis lhe perguntou:

“Você aceita a Bíblia Sagrada como a inspirada e infalível Palavra de Deus?”

Infelizmente, o debate lá no blog do Clóvis – que li completo – tomou outros rumos. Salvo engano da minha parte, você não respondeu a essa pergunta. Fiquei em grande expectativa por sua resposta, pois achei que seus argumentos sobre outros pontos lá discutidos foram convincentes, embora o específico tema “Divindade de Cristo” tenha sido mais bem conduzido e fundamentado pelo Neto, outro que debateu com você. Em vários momentos, com justificáveis razões, você apontou para o seu blog.

Portanto, o texto deste post tem considerações importantes sobre a supracitada pergunta. Tenho algumas dúvidas sobre o que você escreveu aqui.

Você selecionou alguns textos bíblicos dizendo que os evangélicos utilizam “Afirmando que a Bíblia é a palavra de Deus”. O seguinte trecho, referente às palavras de Jesus, me interessou:

“Declarou que o escritor Davi falou pelo Espírito Santo (Mc 12:35,36);
Inspiração mediúnica. O certo é UM espírito santo.”

Tenho várias versões da Bíblia em português e não vi qualquer uma com essa opção (Verifiquei em 12 versões). Como você chegou a essa opção de tradução do texto original?


Desde já, obrigado. Fique na paz de Deus.

Marinho Sul disse...

Eu tava lendo tbm. o que o Rogério André escreveu. Como sou espírita, vou tenrar respnder.

Pq o meio de comunicação espiritual, seja qual for, é o fenômeno mediúnico. Foi o Espiritismo a Ciência q classifocou, as mediunidades, em dois grandes grupos, com características e sintomatologias!
Aliás, pelo q se nota, a Bíblia, é o primeiro livro, onde estas faculdades, nas suas mais variadas características, e seus gruopos aparecem, em tda sua amplitudo. Só substituir, a palavra Profeta, por Médiu, e pronto!

Assim, como a palavra em latim angelus, ( anjo), por nephesh, ou neshamá, e vc tem espírito.
Abraão, quando lhe aparecem três anjos. Subistitui, pela original e fica espírito. Simples!
Abração!

Obs: A Psicologia, classificou e dividiu os transtornos, ela não os cria, estes sempre existiram. Necessário era o desenvolvimento das Ciências, para q isso fosse possível.
NO entanto, por vzs, encontramos a personalidade do Rei David, depressiva, e os Salmos, sendo o lenitivo, ( psicoterapia).

Só depois da Psicologia, se pode enteder o processo. Só depois do Espiritismo, pode=se classificar esta fenomenologia Natural, Cientificamente.

Nota: Não ciência clássica q analisa, comportamento e características da matéria, e sim uma: Ciência de Observação,q foi o título q o Espiritismo, por ser uma filosofia científica, pois foi elaborada e contra-provada por pesquisadores e cientistas, de Kardec, à Bozzano. Mais de 100 pesquisadores e Cientistas, passaram à contra-prova. Houve estudo do Objeto, ( métodos como indutivo-dedutivo), q levaram à avaliação do Sujeito!

O Espiritismo só fica concluso na Europa, com os Tratatos de Metapsíquica Humana, do Prêmio Nobel em medicina, Charles Richet, e principalmente Bozzano, q refuta o conceito de Ideoplastia, dando individualidade ao Sujeito, ( espírito).

Só nos dias de hj, com a trasnposição do conceito de luz, ( física atõmica), da genética, como comando fora do gene para funções sensoriais, pode-se avaliar aos poucos, no âmbito centífico o q o Espiritismo avaliou!
Abração!

Marinho Sul disse...

Prosseguindo...
Primeiro, desculpe os erros ortogràficos, ( é q vai de improviso)!
A proposta de uma boa parte dos grandes geneticistas modernos, é q : Aquilo q é senso perceptivo, sensório, não pertence as funções, neuro ou bioquímicas!
Robert Lanza, ( pioneiro em células tronco e nano tecnologia), Dr Gary Schwartz, phd genética moderna pelas Univ Arizona/Yale/Harvard, entendem, como muitos q a matéria, para organizar-se, necessita de uma pré existência da Consciênica. Outros como Schwartz, ainda vão até mais longe: " A biologia e neurogenética moderna, não podem responder, pelas funções bioquímicas, o homem q sente, e o gente para q funcione, necessita de um comando externo: Epigênico, e como Renée Descartes afirmava, a Alma, seria a resposta!

Outtra coisa. Usando-me do Dr Severino-David Cooper, ( referência internacional, em hebraico protogênico), dizem q; a palavra profeta , nos chega pelo grego Prophétes, e não do idioma de Jesus.

Encontra-se, examinando os originais hebraicos, profetas, como; Nai(IM), e nos manuscritos ainda mais antigos como: Roê, e Chozê, significando; O vidente, ou audiente. Logo, na própria raiz eram médiuns, videntes; clariaudientes, psicógrafos, voz direta, xenoglósicos, ( como Pentecostes), sematológicos, ( Apocalipse), e por ai vai!

A nuvem q vc vê na sua Bíblia, é o fenômeno ectoplasmático, observado pelos cientistas nas bases do Espiritismo,c omo William Crookes, pai do radiômentro e descobridor da energia radiante, Bozzano, e outros. Este fenômeno se dá pelas pesquisas dos modernos pesquisadores espíritas, ( Mèdicos cientistas), pelas mitocôndrias, órgão responsável, pela respiração celular. Já q o pensamento, como provam dois pesquisadores de Harvard, naõ estão circunscritos à nossa mente, insidem no meio, alterando moléculas de água por ex!
O pensamento sendo antes eletromagnético, logo, o espirito comunicante, em contato com médium, ( profeta), no caso, em frequências baixas, ozoniza o ambiente em O3, cansando sonolência no médium, e o contado da frequência do pensamento do Espirito comunicante, como o intermediário com o ar, com qualquer atrito, causa uma "queima", e esse fenômeno Natural surge.

Com Jesus no Monte Tabor, por ex, e os espiritos de Moisés e Elias, ( sonolência dos apóstolos-rarefeição do ar), e a Nuvem. A tal nuvem é o material ectoplasmático!

Com Moisés, e os Anciãos de Israel; onde Iahveh, sai de uma nuve, é outro ex!

Se quiser aprofundar-se o Espiritismo é único na história a ter um quadro médico-pesquisador para suas Bases, chamado AME - Associação Médico-Espírita do Brasl. Há mais de 2.000 médicos cadastrados.

Recentemente, sob a investigação da Univ da Virgínia nos Estados Unidos, os fenômenos q Kardec pesquisou, foram lá reproduzidos,pelo menos em parte Procure e sacie sua curiosidade!

Abração e Paz de Jesus, a vc e Rogério André. Q coerentement explica o motivo pelo qual o Espiritismo, analisa meticulosamente as Escrituras!

Marinho Sul disse...

Corrigindo mais erros, rs, ( pq vai de improviso). Onde eu disse: Universidade americana da Virgínia,entenda; do Arizona!
Há vídeos, se quiser deixo para vc!
Abração de novo, e Paz de Jesus!

Não conheço Rogério André. Só respondi, pois sou espirita. Vejo suas defesas, em relação ao Espiritismo, q aliás, são convincentes, para quem quer q seja, q olhe com olhar imparcial, e use-se de discernimento!

Espiritsmo: Não é mera religião. Foi codificado e contra
-provado, por pesquisadores e cientistas, católicos, protestantes, e na maioria descrentes. Q pós análise, convenceram-se do q analisaram. Não cobra, não tem teologias de medo, não tem rituais, e respeita tds como irmãos, e a sua proposta , é a Reforma Moral do homem, tendo como Modelo e Guia, Jesus, e Seu evangelho, a melhor Norma Moral de Conduta!
Se errou, a Ciência , irá corrigir, e vamos abandonar o erro, em nome da Verdade!
Se por acaso Jesus, estiver em outro lugar, em nome da mesma Verdade, vamos lá buscá-lo, em nome da mesma Verdade!

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