"Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros." (João 13:35) "Onde estiverem reunidos, em Meu nome, dois ou três, lá estarei no meio deles." (Mateus 18:20)

Translate


Pesquisar

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Jesus ressuscitou em carne e osso?

De um site evangélico: "Surpreende qualquer um o fato de não haver Allan Kardec feito qualquer menção à ressurreição de Jesus, no seu livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Ora, a ressurreição de Jesus é doutrina fundamental do Cristianismo. Se Ele não tivesse ressurgido dos mortos, então não seria o Messias prometido, e suas palavras não teriam nenhum sentido. Também no Livro dos Espíritos os “espíritos” nada dizem a respeito desse assunto importantíssimo para a comunidade cristã."




Não surpreende quem sabe que o “Evangelho Segundo o Espiritismo” trata somente dos ensinos de Jesus, ou seja, apenas do aspecto moral do Cristianismo. 
Kardec tratou desse assunto, sim, mas em "A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo”, da seguinte forma::


"61. - Todos os evangelistas narram as aparições de Jesus, após sua morte, com circunstanciados pormenores que não permitem se duvide da realidade do fato. Elas, aliás, se explicam perfeitamente pelas leis fluídicas e pelas propriedades do perispírito e nada de anômalo apresentam em face dos fenômenos do mesmo gênero, cuja história, antiga e contemporânea, oferece numerosos exemplos, sem lhes faltar sequer a tangibilidade. Se notarmos as circunstâncias em que se deram as suas diversas aparições, nele reconheceremos, em tais ocasiões, todos os caracteres de um ser fluídico. Aparece inopinadamente e do mesmo modo desaparece; uns o vêem, outros não, sob aparências que não o tornam reconhecível nem sequer aos seus discípulos; mostra-se em recintos fechados, onde um corpo carnal não poderia penetrar; sua própria linguagem carece da vivacidade da de um ser corpóreo; fala em tom breve e sentencioso, peculiar aos Espíritos que se manifestam daquela maneira; todas as suas atitudes, numa palavra, denotam alguma coisa que não é do mundo terreno. Sua presença causa simultaneamente surpresa e medo; ao vê-lo, seus discípulos não lhe falam com a mesma liberdade de antes; sentem que já não é um homem.
Jesus, portanto, se mostrou com o seu corpo perispirítico, o que explica que só tenha sido visto pelos que ele quis que o vissem. Se estivesse com o seu corpo carnal, todos o veriam, como quando estava vivo. Ignorando a causa originária do fenômeno das aparições, seus discípulos não se apercebiam dessas particularidades, a que, provavelmente, não davam atenção. Desde que viam o Senhor e o tocavam, haviam de achar que aquele era o seu corpo ressuscitado. (Cap. XIV, nos 14 e 35 a 38.)
62. - Ao passo que a incredulidade rejeita todos os fatos que Jesus produziu, por terem uma aparência sobrenatural, e os considera, sem exceção, lendários, o Espiritismo dá explicação natural à maior parte desses fatos. Prova a possibilidade deles, não só pela teoria das leis fluídicas, como pela identidade que apresentam com análogos fatos produzidos por uma imensidade de pessoas nas mais vulgares condições. Por serem, de certo modo, tais fatos do domínio público, eles nada provam, em princípio, com relação à natureza excepcional de Jesus. (Nota de rodapé: Os inúmeros fatos contemporâneos de curas, aparições, possessões, dupla vista e outros, que se encontram relatados na Revue Spirite e lembrados nas observações acima, oferecem, até quanto aos pormenores, tão flagrante analogia com os que o Evangelho narra, que ressalta evidente a identidade dos efeitos e das causas. Não se compreende que o mesmo fato tivesse hoje uma causa natural e que essa causa fosse sobrenatural outrora; diabólica com uns e divina com outros. Se fora possível pô-los aqui em confronto uns com os outros, a comparação mais fácil se tornaria; não o permitem, porém, o número deles e os desenvolvimentos que a narrativa reclamaria.)
63. - O maior milagre que Jesus operou, o que verdadeiramente atesta a sua superioridade, foi a revolução que seus ensinos produziram no mundo, mau grado exigüidade dos seus meios de ação. Com efeito, Jesus, obscuro, pobre, nascido na mais humilde condição, no seio de um povo pequenino, quase ignorado e sem preponderância política, artística ou literária, apenas durante três anos prega a sua doutrina; em todo esse curto espaço de tempo é desatendido e perseguido pelos seus concidadãos; vê-se obrigado a fugir para não ser lapidado; é traído por um de seus apóstolos, renegado por outro, abandonado por todos no momento cm que cai nas mãos de seus inimigos. Só fazia o bem e isso não o punha ao abrigo da malevolência, que dos próprios serviços que ele prestava tirava motivos para o acusar. Condenado ao suplício que só aos criminosos era infligido, morre ignorado do mundo, visto que a História daquela época nada diz a seu respeito (Nota de rodapé: Dele unicamente fala o historiador judeu Flávio Josefo, que, aliás, diz bem pouca coisa.)
Nada escreveu; entretanto, ajudado por alguns homens tão obscuros quanto ele, sua palavra bastou para regenerar o mundo; sua doutrina matou o paganismo onipotente e se tornou o facho da civilização. Tinha contra si tudo o que causa o malogro das obras dos homens, razão por que dizemos que o triunfo alcançado pela sua doutrina foi o maior dos seus milagres, ao mesmo tempo que prova ser divina a sua missão. Se, em vez de princípios sociais e regeneradores, fundados sobre o futuro espiritual do homem, ele apenas houvesse legado à posteridade alguns fatos maravilhosos, talvez hoje mal o conhecessem de nome.”


 
Também sobre o assunto escreveu Leon Denis em "Cristianismo e Espiritismo":


    “As aparições de Cristo são conhecidas e tiveram numerosos testemunhos. Apresentam flagrantes analogias com as que em nossos dias são observadas em diversos graus, desde a forma etérea, sem consistência, com que aparece à Maria Madalena e que não suportaria o mínimo contato, até a completa materialização, tal como a pôde verificar Tomé, que tocou com a própria mão as chagas do Cristo. Daí esse contraste nas palavras de Jesus: "Não me toques" - diz ele à Madalena - ao passo que convida Tomé a pôr o dedo nos sinais dos cravos: "Chega também a tua mão e mete-a no meu lado".
    Jesus aparece e desaparece instantaneamente. Penetra numa casa a portas fechadas. Em Emaús conversa com dois dos discípulos que não o reconhecem, e desaparece repentinamente. Acha-se de pose desse corpo fluídico, etéreo, que há em todos nós, corpo sutil que é o invólucro inseparável de toda alma, e que um alto Espírito como o seu sabe dirigir, modificar, condensar, rarefazer à vontade. E  a tal ponto o condensa, que se torna visível e tangível aos assistentes.
    As aparições de Jesus depois da morte são mesmo a base, o ponto capital da doutrina cristã e foi por isso que São Paulo disse: "Se o Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé". No Cristianismo não é uma esperança, é um fato natural, um fato apoiado no testemunho dos sentidos. Os apóstolos não acreditavam somente na ressurreição; estavam dela convencidos.
   E é por essa razão que a sua prédica adquiria aquele tom veemente e penetrante, que incutia uma convicção robusta. Com o suplício  de Jesus o Cristianismo era ferido em pleno coração. Os discípulos, consternados, estavam prestes a se dispersarem.
  O Cristo, porém, lhes apareceu e a sua fé se tornou tão profunda que, para a confessar, arrostaram todos os suplícios.As aparições do Cristo depois da morte asseguraram a persistência da idéia cristã, oferecendo-lhe como base todo um conjunto de fatos.
  Verdade é que os homens lançaram a confusão sobre esses fenômenos, atribuindo-lhes um caráter miraculoso. O milagre é uma postergação das leis eternas fixadas por Deus, obras que são da sua vontade, e seria pouco digno da suprema Potência exorbitar da sua própria natureza e variar em seus decretos.
  Jesus, conforme a Igreja, teria ressuscitado com o seu corpo carnal. Isso é contrário ao primitivo texto do Evangelho. Aparições repentinas, com mudanças de forma, que se produzem em lugares fechados, não podem ser senão manifestações espíritas, fluídicas e naturais. Jesus ressuscitou, como ressuscitaremos todos, quando nosso espírito abandonar a prisão de carne.
Em Marcos e Mateus, e na descrição de Paulo (1.a Coríntios, XV), essas aparições são narradas do modo mais conciso. Segundo Paulo, o corpo do Cristo é incorruptível; não tem carne nem sangue. Essa opinião procede da mais antiga tradição. A materialidade só veio mais tarde, com Lucas. A narrativa se complica então é enfeitada com particularidades maravilhosas, no intuito evidente de impressionar o leitor (Nota: Clemente de Alexandria refere uma tradição que circulava ainda no seu tempo, segundo a qual João enterrara a mão no corpo de Jesus e o atravessara sem encontrar resistência. ("Jesus de Nazareth", por Albert Reville, 2.o vol., nota à pág. 470).”

 
Versículo utilizado pelos apologistas cristãos: "Amados, não creais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do Anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo." (1 João 4:1-3)

Esse versículo não fala em ressurreição, mas na vinda de Jesus ao mundo, o "verbo que se fez carne". Alguns acreditavam que Jesus nunca havia tido um corpo de carne e sangue quando em vida, mas sempre um corpo espiritual, e o versículo contraria essa ideia.

Segundo os católicos e evangélicos, Jesus continua vivo, em carne. Mas, no encontro de Paulo com Jesus na Estrada de Damasco (Atos 9:3-9 e  22:6-1), como poderia ser Jesus ressuscitado em carne e ossos, se Paulo apenas ouvia a sua voz(mediunidade de audiência) sem ver ninguém além de uma luz que o deixa sem visão(a luz de um espírito superior)? Os homens que estavam com ele também não viram nada,
só ouviam a voz e viam a luz.
Em Atos 16:7 Paulo e Timóteo tentam entrar na Bitínia:  "Mas o Espírito de Jesus os impediu".
Podem alegar que era o Espírito Santo. Mas o texto diz "O Espírito de Jesus", não "o Espírito Santo" ou "Espírito de Deus".


Em 2 Cor 3:17, Paulo afirma:  "O Senhor é Espírito".

Pedro diz que Jesus:  "... Sofreu a morte em seu corpo, mas recebeu vida pelo Espírito".
Jesus também pregou o Evangelho aos mortos (1 Pe 4: 4-6), o que só poderia ter feito em Espírito.

Assim, tudo se converge para a idéia de que Jesus, após sua morte, ressuscitou em Espírito, não no corpo físico.
A carne, como todos já sabemos, não ultrapassa portas nem faz aparições.
No livro de Tobias, encontramos um anjo fazendo coisas comuns aos seres humanos, inclusive aparentemente comendo: "Eu sou Rafael, um dos sete anjos... Vocês pensavam que eu comia, mas era só aparência... E o anjo desapareceu..." (Tb 12: 15-22)
No caso de Jesus não poderia ter sido uma situação semelhante?
Em várias oportunidades Jesus se manifesta e ninguém o reconhece, isso não ocorreria se ele tivesse ressuscitado no corpo físico. Somente em espírito ele poderia, por sua evolução espiritual, transparecer com tanta luz que não conseguiram de imediato identificá-lo.
Se Jesus apareceu em espírito, em um evidente fenômeno mediúnico, então é lógico que ele não é carne e sangue. Em João 6: 63 Cristo diz que “O espírito é o que dá a vida. A carne não serve para nada”. E Paulo disse que “a carne e o sangue não poderão herdar o reino de Deus” (1 Cor 15,50).
  Se Jesus está vivo, em carne e sangue, com certeza não está no Reino de Deus, pois o Reino de Deus é espiritual e não material. Só poderia estar no mundo material, no mesmo plano nosso. E onde estaria, então? Na Lua? Em Marte? E como sobrevive sem oxigênio? Podem alegar que Jesus pode tudo porque é Deus, mas e quanto aos cristãos que serão arrebatados fisicamente aos céus? Onde viverão? Não há lógica nessa ressurreição. É algo totalmente materialista, enquanto Cristo veio trazer as verdades espirituais. O mesmo podemos dizer sobre a crença de Elias e outros sendo arrebatados e não conhecendo jamais a morte.

Jesus não deixou que Maria o tocasse, entrou em um lugar fechado  e só então permitiu que Tomé o tocasse. Tem todas as evidências de que Jesus estava ali em espírito todo o tempo, semi-materializado, e depois houve uma interpolação no texto ou Jesus se materializou completamente e pôde ser tocado.  Por que acreditar em algo que a Ciência comprova ser impossível se nós espíritas conhecemos bem as manifestações do perispírito? Por que acreditar que após a morte nosso corpo de carne e sangue terá as mesmas propriedades que tem o perispírito?

No "Livro dos Espíritos",  aprendemos sobre o perispírito:


“Perispírito
93. O Espírito, propriamente dito, nenhuma cobertura tem, ou, como pretendem alguns, está sempre envolto numa substância qualquer?
“Envolve-o uma substância, vaporosa para os teus olhos, mas ainda bastante grosseira para nós; assaz vaporosa, entretanto, para poder elevar-se na atmosfera e transportar-se aonde queira.”
Envolvendo o gérmen de um fruto, há o perisperma; do mesmo modo, uma substância que, por comparação, se pode chamar perispírito, serve de envoltório ao Espírito propriamente dito.
94. De onde tira o Espírito o seu invólucro semimaterial?
“Do fluido universal de cada globo, razão por que não é idêntico em todos os mundos. Passando de um mundo a outro, o Espírito muda de envoltório, como mudais de roupa.”
a) - Assim, quando os Espíritos que habitam mundos superiores vêm ao nosso meio, tomam um perispírito mais grosseiro?

“É necessário que se revistam da vossa matéria, já o dissemos.”
95. O invólucro semimaterial do Espírito tem formas determinadas e pode ser perceptível?
“Tem a forma que o Espírito queira. É assim que este vos aparece algumas vezes, quer em sonho, quer no estado de vigília, e que pode tomar forma visível, mesmo palpável.”


E também no "Livro dos Médiuns":


“Figuremos, primeiramente, o Espírito em união com o corpo. Ele é o ser principal, pois que é o ser que pensa e sobrevive. O corpo não passa de um acessório seu, de um invólucro, uma veste, que ele deixa, quando usada.Por ocasião da morte, despoja-se deste, porém não do outro, a que damos o nome de perispírito. Esse invólucro semimaterial, que tem a forma humana, constitui para o Espírito um corpo fluídico, vaporoso, mas que, pelo fato de nos ser invisível no seu estado normal, não deixa de ter algumas das propriedades da matéria. O Espírito não é, pois, um ponto,uma abstração; é um ser limitado e circunscrito, ao qual só falta ser visível e palpável, para se assemelhar aos seres humanos.
Por que, então, não haveria de atuar sobre a matéria? Por ser fluídico o seu corpo? Mas, onde encontra o homem os seus mais possantes motores, senão entre os mais rarificados fluidos, mesmo entre os que se consideram imponderáveis, como, por exemplo, a eletricidade? Não é exato que a luz, imponderável, exerce ação química sobre a matéria ponderável? Não conhecemos a natureza íntima do perispírito. Suponhamo-lo, todavia, formado de matéria elétrica, ou de outra tão sutil quanto esta: por que, quando dirigido por uma vontade, não teria propriedade idêntica à daquela matéria?
(..)Doutrina Espírita considera o perispírito simplesmente como o envoltório fluídico da alma, ou do Espírito. Sendo matéria o perispírito, se bem que muito etérea, a alma seria de uma natureza material mais ou menos essencial, de acordo com o grau da sua purificação. Este sistema não infirma qualquer dos princípios fundamentais da Doutrina Espírita, pois que nada altera com relação ao destino da alma; as condições de sua felicidade futura são as mesmas; formando a alma e o perispírito um todo, sob a denominação de Espírito, como o gérmen e o perisperma o formam sob a de fruto, toda a questão se reduz a considerar homogêneo o todo, em vez de considerá-lo formado de duas partes distintas.”





Notem ainda que o caso da ressurreição de Lázaro e outros "ressuscitados" (curados de uma letargia) por Jesus diferem da ressurreição do próprio Jesus. Lázaro não apareceu com o "corpo glorioso" de Jesus, que se manifestou após o desencarne, como um espírito materializado. A ressurreição de Jesus é a ressurreição espiritual:

"Porquanto, quando ressuscitarem dentre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos que estão nos céus." (Marcos 12:25)
Serão como anjos, ou seja, espíritos de luz e não carne e sangue como Lázaro.  Infelizmente, para alguns cristãos, Jesus era um materialista. Se,  na ressurreição da carne, o corpo, o mesmo corpo de nossa existência física na Terra, ganha características espirituais, então é o espírito que não serve pra nada, contrariando frontalmente o que o Cristo ensinou..
  E a maior prova bíblica de que o "corpo espiritual" nada mais é do que o perispírito é o episódio no Monte Tabor: além de Jesus conversar com Elias e Moisés materializados, com seus "corpos espirituais" visíveis(através da mediunidade de efeitos físicos dos apóstolos, que, adormecidos, cediam ectoplasma para o fenômeno), Jesus, ao transfigurar-se, demonstrava a existência do perispírito em si mesmo, ainda vivo, o mesmo "corpo espiritual" que seria visto por muitos após o seu desencarne, assim como eram vistos Moisés e Elias naquele monte. Tanto a materialização como a transfiguração são fenômenos bem estudados pelo Espiritismo. Médiuns tornam seu perispírito visível numa forma luminosa. Kardec explica em O Livro dos Médiuns sobre esse fenômeno: "Figuremos agora o perispírito de uma pessoa viva, não isolado, mas irradiando-se em volta do corpo, de maneira a envolvê-lo numa espécie de vapor. Nesse estado, passível se torna das mesmas modificações de que o seria, se o corpo estivesse separado. Perdendo ele a sua transparência, o corpo pode desaparecer, tornar-se invisível, ficar velado, como se mergulhado numa bruma. Poderá então o perispírito mudar de aspecto, fazer-se brilhante, se tal for a vontade do Espírito e se este dispuser de poder para tanto."
O mesmo site evangélico diz: "Os kardecistas, no afã de buscarem na Bíblia passagens que legitimem a crença reencarnacionista, citam Primeira aos Coríntios 15.50: “E agora digo isto, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus...”. Com isso, tentam convencer que não pode haver ressurreição corporal. Acontece que fecham a Bíblia muito cedo e não lêem o versículo seguinte em que Paulo diz que “todos seremos transformados”. E tudo isso é um mistério como bem diz o autor da epístola. "
"Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados, " (I Coríntios 15:51)
A palavra "musteriou" não significa "mistério" no sentido de algo que não pode ser entendido ou compreendido pelas mentes dos homens. Significa simplesmente "segredo", algo a ser revelado. "Vine’s Expository Dictionary of New Testament Words" em "musteriou" diz que tem a ver com musterion: "não o que é misterioso, mas aquilo que se faz conhecido de uma maneira e em um tempo escolhido por Deus". Está na verdade muito claro em Colossenses 1:26("o mistério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto aos seus santos, ") , 1:27("a quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória "), Efésios 3:3("como pela revelação me foi manifestado o mistério, conforme acima em poucas palavras vos escrevi, ") que está se falando do segredo que se fez conhecido aos fiéis.
Portanto, há um sentido oculto no que Paulo diz, algo pra ser entendido melhor posteriormente. Seremos de fato transformados. Mas os corpos de nossa vida terrena não serão transformados, e sim a nossa aparência exterior em comparação com a atual.
Os católicos e evangélicos acreditam que a pessoa vai morrer e então seu corpo ira ser transformado em um corpo com as propriedades que nós espíritas sabemos bem ser de um perispírito. Como disse, o episódio da transfiguração é mais uma entre várias evidências bíblicas a favor do Espiritismo. Por que acreditar que no futuro os corpos de todos os homens sairão dos túmulos(haverá espaço pra tanta gente? E os cremados?  E aqueles que foram vítimas de uma explosão, por exemplo, onde não sobrou nada?), quando há algo que sabemos que existe e que explica tudo muito bem? E o espírito entra onde nessa ressurreição? Não tem função nenhuma? Sempre bom repetir Kardec: "Os inúmeros fatos contemporâneos de curas, aparições, possessões, dupla vista e outros, que se encontram relatados na Revue Spirite e lembrados nas observações acima, oferecem, até quanto aos pormenores, tão flagrante analogia com os que o Evangelho narra, que ressalta evidente a identidade dos efeitos e das causas. Não se compreende que o mesmo fato tivesse hoje uma causa natural e que essa causa fosse sobrenatural outrora; diabólica com uns e divina com outros. Se fora possível pô-los aqui em confronto uns com os outros, a comparação mais fácil se tornaria; não o permitem, porém, o número deles e os desenvolvimentos que a narrativa reclamaria".
Outra, da mesma Home Page: "A ressurreição é do corpo. Espírito não ressuscita porque tem vida eterna. Ressurgir significa tornar a surgir. Não se pode empregar este termo com relação aos espíritos humanos, que não morrem. Retornando ao mistério, os mortos em Cristo ressucitarão porém num corpo transformado; um corpo glorioso, poderoso, espiritual, adequado às regiões celestiais. O corpo será o mesmo que desceu à terra, porém revestido de incorruptibilidade, de imortalidade. Daí haver Paulo dito: “os mortos ressuscitarão incorruptíveis” (1 Co15.52). São os mortos que ressuscitarão, e não os espíritos. A ressurreição dos crentes será a grande vitória sobre a morte. Assim como Cristo venceu a morte, nós, com Ele, venceremos (1 Co 15.54; Hb 22.14)."
Em primeiro lugar, a palavra original não é ressurreição. Há várias palavras nos originais traduzidas como "ressurreição". Realmente, espíritos não ressuscitam, mas a ressurreição aqui  é a sobrevivência, a vida além da vida, e isso que Jesus quis demonstrar "ressuscitando" e, antes disso, no Monte Tabor, com aqueles “mortos” diante dele: somos todos imortais. E insistirei sempre em perguntar até que me respondam:  se o corpo adquire características espirituais, então para que serve o espírito? Segundo Jesus, é o corpo que pra nada serve. Se essa transformação da carne em espírito acontecerá no juízo final, por que Lázaro(o da parábola, não o "ressuscitado" pelo Cristo) estava no "céu" (em um plano espiritual superior) antes desse juízo e Jesus não diz nada sobre ele estar em carne? Por que Cristo disse que o "bom ladrão" estaria NAQUELE MESMO DIA no Paraíso com ele? Por que esse privilégio para o ladrão, enquanto os cristãos vão esperar o juízo final pra sair dos túmulos e estar com Jesus? Veja, ainda, que em I Pedro 3:20, Jesus foi pregar aos espíritos do tempo de Noé. Eram espíritos que ouviram a sua pregação, não estavam no “sono da morte” aguardando o julgamento.
Mais da mesma Home Page: "Quando a Bíblia fala em ressurreição dos mortos está se referindo à ressurreição corporal destes. Vejam: “Assim também será a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo em corrupção, ressuscitará em incorrupção. Semeia-se em ignomínia, ressuscitará em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor” (1 Co 15.42-43). Mais uma vez temos aqui a evidência da transformação “dos corpos”.
  Espiritismo nos ensina que o mal que fazemos ao nosso corpo  carnal  fazemos também ao nosso perispírito.
"Com relação ao aparecimento corporal de Jesus pós-ressurreição, o Espiritismo atribui o evento à ectoplasmia, ou seja, a capacidade que tem o espírito de materializar-se; e citam como prova Mateus 27.52-53. Nada mais fantasioso do que esse argumento. A passagem apresentada como prova é um prenúncio da ressurreição coletiva dos crentes, quando da vinda de Jesus. Lê-se, ali, que os mortos saíram dos sepulcros logo após a ressurreição de Jesus. Se considerada a hipótese de materializações ou de perispíritos, não haveria necessidade de os corpos reviverem, porque as materializações se processariam independentes do corpo morto."
Não há nada de fantasioso. Pelo contrário, nós, espíritas, sabemos que, ao contrário da ressurreição da carne, a ectoplasmia existe. Não há nada mais fantasioso do que uma cena estilo “A Noite dos Mortos Vivos”, isso sim. Evidente que aqueles espíritos estavam materializados, por mais que alguns não entendessem e imaginassem mortos saindo dos túmulos. E isso se deu para mais uma vez comprovar que somos imortais. Essa a necessidade daquelas “ressurreições”  serem testemunhadas.
"Outra dificuldade do Espiritismo Cristão ou Kardecista é quanto ao desaparecimento do corpo de Jesus. Onde está Seu corpo? O sepulcro onde O puseram estava fortemente guardado, segundo a Escritura do Novo Testamento (Mt 27.64-66). A ninguém interessava roubar o corpo de Jesus; nem aos seus discípulos, fracos, perseguidos e desanimados; nem aos seus inimigos, temerosos de que o corpo desaparecesse (Mt 27.64)."
O que eu acredito é que o desaparecimento do corpo do Cristo, se realmente ocorreu, foi uma obra também da mediunidade de efeitos físicos, através do fenômeno de transporte. Cristo não desejou naquele momento explicar tudo(ao anunciar o Consolador, ele disse que havia ainda muito a dizer), pois não estavam todos preparados para entender. Mas era necessário naquele momento que acreditassem que ele levantou do túmulo. Foi preciso assim para causar o impacto, para fortalecer a fé dos homens no Messias e que para o Cristianismo se espalhasse. Os hebreus acreditavam em coisas que herdaram do Zoroastrismo persa (Juízo Final, Satanás, ressurreição...) e Jesus deixou as coisas como estavam para que no futuro tudo fosse melhor entendido(O “mistério”, no sentido bíblico). Os acontecimentos no Monte Tabor foram com a clara intenção de dar uma amostra aos apóstolos e para as gerações futuras de que a verdadeira ressurreição dos mortos é a vida espiritual, como com Elias e Moisés materializados naquele monte e com a demonstração em si mesmo do verdadeiro "corpo espiritual", o perispírito. Por que outro motivo, então, disse o Cristo aos apóstolos para que guardassem segredo sobre aquilo até que ele ressuscitasse? Meditem!
1

13 comentários:

Ernesto Zamgirolami Marques disse...

Se vocês estão realmente em busca da verdade, e não de iluminação própria, saibam que Ele ressuscitou em carne e osso, e não de forma fluídica como satanás quer que vocês acreditem
Segue A Palavra de Deus (do Próprio Jesus):
Lucas 24:39 Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.
Lucas 24:40 Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés.
Lucas 24:41 E, por não acreditarem eles ainda, por causa da alegria, e estando admirados, Jesus lhes disse: Tendes aqui alguma coisa que comer?
Lucas 24:42 Então, lhe apresentaram um pedaço de peixe assado [e um favo de mel].
Lucas 24:43 E ele comeu na presença deles.

espiritismoehcristao disse...


Ernesto, então explique:

"E quando chegaram a Mísia, intentavam ir para a Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu" (Atos 16:6,7).
Em Atos 9:3-9 e 22:6-11 Cristo também se manifesta em espírito para Paulo.
Na Estrada de Damasco, como poderia ser Jesus ressuscitado, se Paulo apenas ouvia a sua voz(mediunidade de audiência) sem ver ninguém? Os homens que estavam com ele também não viram nada,
só ouviam a voz.
Em Atos 16:7 Paulo e Timóteo tentam entrar na Bitínia: "Mas o Espírito de Jesus os impediu".


Podem alegar que era o Espírito Santo. Mas o texto diz "O Espírito de Jesus", não "o Espírito Santo" ou "Espírito de Deus"

jerry m disse...

espiritismoehcristao : irmao tenho amigos espirita confesso eu que sao pessoas maravilhosas com um poder de caridade fora do comum que muitos outros amigos meus evangelicos nao fazem oque vcs espirita fazem em caridade admito admirar isso em vcs!!!! Embora que eu me assimilho muito mais a maneira de como os evangelico carregam sua doutrina....eu nao tenho religiao , doutrinas etc..... pois assim esta escrito para ser feito!!! mas essa e outra questao!!!!

voltando ao assunto! irmao de onde vc tirou esse verciculo - espirito de jesus
as primeiras traducao do livro de atos para o portugues ocorreu por monges do Mosteiro de Alcobaça. que nao esta traduzido como espirito de jesus! isso foi antes mesmo de ser traduzido definitivamente o novo testamento para o portugues A tradução feita por João Ferreira de Almeida em 1642. todas as biblias do brasil inclusive a sua e proveniente dessa traducao que nao esta - espirito de jesus! Logico q estou falando se caso respeitaram a fiel traducao....bom sua biblia pode ser que esteja em outra lingua nesse caso ja nao sei!!! ....como essas traducoes vem de catolicos vc pode alegar que eles mudaram por causa da religiao irei um pouco mais a fundo! a biblia passou por inumeras traducoes certo? E sim a sua pode estar como espirito de jesus! vamos ao principio de livro de atos ,quem escreveu Atos foi Saulo mas conhecido como apostolo Paulo na qual ele escreveu em grego! vamos pegar o texto real-

8 ἐγὼ δὲ ἀπεκρίθην· Τίς εἶ, κύριε; εἶπέν τε πρὸς [b]ἐμέ· Ἐγώ εἰμι Ἰησοῦς ὁ Ναζωραῖος ὃν σὺ διώκεις.

aqui diz- eu sou Jesus de Nazare !!!nao esta como espirito de Jesus... sabe porq?
porq estivesse escrito isso iria contra que cristo ensinou...oque ele pregava e que seu ancestrais tanto falou!

Deuteronômio 18.9-14 diz:

9 Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos.
10 Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro,
11 nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;12 pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.13 Perfeito serás para com o Senhor teu Deus.
14 Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém, quanto a ti, o Senhor teu Deus não te permitiu tal coisa.

como eu disse conheco espiritas que sao pessoas maravilhosas , coracao enorme em caridade ,que realmente ajudam os outros de coracao,sei que nao tem nada haver com camdonble ,ubanda etc. humildes de coracao com uma mente aberta pra sempre estar se evoluindo! e usando como base a palavra de Deus - Gracas a essa humildade q vcs tem e vontade de evoluir sempre meus amigos q citei todos hj usam somente a palavra de Deus a biblia como referencia e mais nenhum outro livro quaisquer! continuam sendo a pessoa maravilhosa que sempre foram....so com obdiencia a palavra de Deus!!

abraco Deus abencoe

Anônimo disse...

No começo do movimento cristão, havia vários grupos com posicionamentos diferentes,inclusive quanto à natureza da ressurreição. Nem todos partilhavam da ideia de uma ressurreição corporal, tal como descrito nos evangelhos. Sabemos através de estudiosos do Jesus histórico que os evangelhos não são uma biografia, tal como conhecemos hoje. O Jesus dos evangelhos refletem o que cada comunidade da qual esses escritos emergiram entendiam sobre Jesus, por isso nem todos tem a mesma visão. É plenamente possível que os evangelistas, no intuito de defender uma ressurreição física, tenha postos palavras na boca de Jesus a fim de defender tal posicionamento, numa espécie de crítica àqueles que não criam numa ressurreição corpórea. John Dominic Crossan chega a afirmar que os relatos de ressurreição, na verdade, serviam para legitimar determinada comunidade em relação à outra: aquele para quem Jesus aparecesse possuía primazia no tocante aos demais. A incredulidade de Tomé, por exemplo, seria uma crítica não ao discípulo, mas ao grupo de Tomé. Dessa forma, os relatos não são históricos, mas servem como pano de fundo para legitimar os fundamentos de determinada comunidade. Elaine Pagels, outra estudiosa do assunto, também vai na mesma direção, afirmando que o Evangelho de João foi escrito como uma "resposta" ao Evangelho de Tomé. Além disso, há espíritas que crêem que Jesus teve que se comportar tal como encarnado estivesse, já que os seus discípulos desconheciam os mecanismos da materialização do espírito. Enfim, o assunto é polêmico e os especialistas se divergem. Acredito, e isso é pessoal, que Jesus se materializou e os que presenciaram o fenômeno acreditaram, de fato, que ele tinha ressuscitado em "carne e osso", chegando ao ponto de, no caso de Lucas, colocar uma Jesus comendo e bebendo, a fim de respaldar às suas crenças.

Anônimo disse...

Perdoem-me alguns equívocos gramaticais, é que estou digitando pelo celular e não encontrei possibilidade de editar o texto, mas acredito que fui inteligível.

Anônimo disse...

Perdoem-me alguns equívocos gramaticais, é que estou digitando pelo celular e não encontrei possibilidade de editar o texto, mas acredito que fui inteligível.

Anônimo disse...

No começo do movimento cristão, havia vários grupos com posicionamentos diferentes,inclusive quanto à natureza da ressurreição. Nem todos partilhavam da ideia de uma ressurreição corporal, tal como descrito nos evangelhos. Sabemos através de estudiosos do Jesus histórico que os evangelhos não são uma biografia, tal como conhecemos hoje. O Jesus dos evangelhos refletem o que cada comunidade da qual esses escritos emergiram entendiam sobre Jesus, por isso nem todos tem a mesma visão. É plenamente possível que os evangelistas, no intuito de defender uma ressurreição física, tenha postos palavras na boca de Jesus a fim de defender tal posicionamento, numa espécie de crítica àqueles que não criam numa ressurreição corpórea. John Dominic Crossan chega a afirmar que os relatos de ressurreição, na verdade, serviam para legitimar determinada comunidade em relação à outra: aquele para quem Jesus aparecesse possuía primazia no tocante aos demais. A incredulidade de Tomé, por exemplo, seria uma crítica não ao discípulo, mas ao grupo de Tomé. Dessa forma, os relatos não são históricos, mas servem como pano de fundo para legitimar os fundamentos de determinada comunidade. Elaine Pagels, outra estudiosa do assunto, também vai na mesma direção, afirmando que o Evangelho de João foi escrito como uma "resposta" ao Evangelho de Tomé. Além disso, há espíritas que crêem que Jesus teve que se comportar tal como encarnado estivesse, já que os seus discípulos desconheciam os mecanismos da materialização do espírito. Enfim, o assunto é polêmico e os especialistas se divergem. Acredito, e isso é pessoal, que Jesus se materializou e os que presenciaram o fenômeno acreditaram, de fato, que ele tinha ressuscitado em "carne e osso", chegando ao ponto de, no caso de Lucas, colocar uma Jesus comendo e bebendo, a fim de respaldar às suas crenças.

Silvana Pereira Paiva disse...

Vocês são muito ignorantes e que importância tem se Jesus ressuscitou em carne oi espírito isso não diminui ele em nada para nós espiritas ais para vocês católicos ou evangélicos tem grande importância.

Nicolle Dumont disse...

Como Jesus poderia transpor uma porta? Não obedece à lógica da fé natural, uma vez que podemos formular da mesma forma a pergunta: como Jesus andava sobre as águas e ainda convida a Pedro para que fizesse o mesmo? Estaria só em espírito naquela ocasião? Certamente que não. Muitas coisas fez o Deus encarnado, Jesus, o próprio Deus que não se podem explicar. Simplesmente porque não se tratava de um espírito superior, mas o próprio Deus como é revelado no livro de João várias vezes. Abraço. . .

Adelson disse...

Como pode ser um corpo perispiritual(ressucitado) se nao foi encontrado o corpo de carne no túmulo. São dois corpos? o que aconteceu ? passou de carne pura para perispiritual? nao to entendendo mais nada.

Henrique Fendrich disse...

É bem desanimador esse esforço de católicos, evangélicos e espíritas em fazer com que um texto faça sentido e se adeque necessariamente às crenças que já temos.

Tiaguinho disse...

Jesus Ressussitou sim em carne, como vc me explicaria o sepulcro vazio?

Onde foi parar o corpo ( no grego soma) de Jesus?

Não vem dizer que seu corpo físico foi glorificado sem ser RESSUSSITADO pois isso e uma aberração teológica as escrituras ensinam apenas que o corpo so pode ser glorificado quando este mesmo corpo se une com sua alma e espirito e mesmo assim nenhum ser humano possui essa qualidade apenas Jesus que Ressussitou fisicamente. Leia 1Coríntios 15.51

Tiaguinho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.

Postar um comentário