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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Quais as causas das perseguições dos cristãos no livro de Atos?

Do Blog (não espírita) Unitarismo Bíblico:
Como todos sabemos o livro de Atos dos Apóstolos é um livro de cunho histórico que retrata os primeiros anos do recém nascido cristianismo e as dificuldades surgidas naquela época .
Os seguidores do Messias pregavam a Jesus crucificado, mas nunca o identificaram como sendo a encarnação do próprio Deus Todo-poderoso. Aliás de todas as perseguições havidas nos Atos dos Apóstolos não há um único levante dos judeus acusando os seguidores do Mestre da Galileia de o haverem reconhecido ou o anunciado como sendo o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, pelo contrário, At. 3.13 atesta: “O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu filho Jesus”. Esta era a compreensão dos discípulos responsáveis por proclamar o evangelho logo após a assunção do Salvador. Se fosse uma realidade dos primitivos cristãos o ensino proposto pelos trinitários onde teríamos pelas sinagogas e ruas (já que o objetivo da pregação inicial era alcançar Jerusalém, depois Samaria, toda Judeia e o resto do mundo, e primeiramente aos judeus) a proclamação da existência de um Deus composto de três pessoas e que Jesus era um dos entes dessa composição, um coigual com seu Pai, sendo, então, o próprio Yahweh, seria natural que os arautos da lei de Moisés os acusassem de forma veemente e impetuosa de idolatria e culto a um ser visível, já que as Escrituras dizem que Yahweh é invisível e a orientação da Lei é que não fosse feita qualquer imagem de representação para culto a Deus. Ao contrário disso alguns precisaram subornar homens para levantarem falso testemunho de agressão a lei e a Deus contra os servos de Jesus Cristo: “Então subornaram uns homens, para que dissessem: Ouvimos-lhe proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus” (At. 6.11). Os judeus, de acordo com os registro das Escrituras Sagradas, também nunca acusaram os cristãos de ensinarem que Deus fosse mais de uma pessoa. De igual modo nunca disseram ser afirmação dos cristãos que viveram os Atos dos Apóstolos que Deus fosse um ente composto por três pessoas.

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