"Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros." (João 13:35) "Onde estiverem reunidos, em Meu nome, dois ou três, lá estarei no meio deles." (Mateus 18:20)

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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Resposta: “Romper com o mundo das trevas”

Resposta ao texto de um padre no link http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=592&pre=1521&tit=Romper%20com%20o%20mundo%20das%20trevas

I Coríntios, capítulo 10,14,16, 18, 21,22
Deus inspirou os sacrifícios antigos: São Paulo vai nos explicar que era um costume para o povo israelita, os judeus – inspirados por Deus Pai – oferecer sacrifícios ao Senhor. Eles não somente ofereciam ovelhas como vítimas, mas também comiam parte da carne desse animal para entrar em comunhão com Deus. Hoje, nós temos por excelência a Eucaristia, mas eles não a tinham até então


Deus nunca teve nada a ver com isso. Somente espíritos atrasados, ligados a matéria, se deliciam com o sangue de animais. Vejamos esse relato do espírito André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier, no livro "Missionários da Luz":
"Diante do local em que se processava a matança dos bovinos, percebi um quadro estarrecedor. Grande número de desencarnados, em lastimáveis condições, atiravam-se ao borbotões de sangue-vivo, como se procurassem beber o líquido em sede devoradora...
  Alexandre percebera o assombro doloroso que se apossara de mim e esclareceu-me com serenidade:
- Está observando, André? Estes infelizes irmãos que nos não podem ver, pela deplorável situação de embrutecimento e inferioridade, estão sugando as forças do plasma sanguíneo dos animais. São famintos que causam piedade.
  Poucas vezes, em toda a vida, eu experimentara tamanha repugnância. As cenas mais tristes das zonas inferiores que, até ali, pudera observar, não me haviam impressionado com tamanho amargor. Desencarnados à procura de alimentos daquela espécie? Matadouro cheio de entidades perversas? Que significa tudo aquilo? Lembrei meus reduzidos estudos de História, remontando-me à época em que as gerações primitivas ofereciam aos supostos deuses o sangue de touros e cabritos. Estaria ali, naquele quadro horripilante, a representação antiga dos sacrifícios em altares de pedra? Deixei que as primeiras impressões me incandescessem o cérebro, a ponto de sentir, como noutro tempo, que minhas idéias vagueavam em turbilhão.
Alexandre, contudo, solicito como sempre, acercou-se mais carinhosamente de mim e explicou:
- Por que tamanha sensação de pavor, meu amigo? Saia de si mesmo, quebre a concha da interpretação pessoal e venha para o campo largo da justificação. Não visitamos, nós ambos, na esfera da Crosta, os açougues mais diversos? Lembro-me de que em meu antigo lar terrestre havia sempre grande contentamento familiar pela matança dos porcos. A carcaça de carne e gordura significava abundância da cozinha e conforto do estômago. Com o mesmo direito, acercam-se os desencarnados, tão inferiores quanto já o fomos, dos animais mortos, cujo sangue fumegante lhes oferece vigorosos elementos vitais. Sem dúvida, o quadro é lastimável; não nos compete, porém, lavrar as condenações. Cada coisa, cada ser, cada alma, permanece no processo evolutivo que lhe é próprio. E se já passamos pelas estações inferiores, compreendendo como é difícil a melhoria no plano de elevação, devemos guardar a disposição legítima de auxiliar sempre, mobilizando as melhores possibilidades ao nosso alcance, a serviço do próximo."

Lemos também no Livro dos Espíritos:
669. Remonta à mais alta Antigüidade o uso dos sacrifícios humanos. Como se explica que o homem tenha sido levado a crer que tais coisas pudessem agradar a Deus?
“Principalmente, porque não compreendia Deus como sendo a fonte da bondade. Nos povos primitivos a matéria sobrepuja o espírito; eles se entregam aos instintos do animal selvagem. Por isso é que, em geral, são cruéis; é que neles o senso moral, ainda não se acha desenvolvido. Em segundo lugar, é natural que os homens primitivos acreditassem ter uma criatura animada muito mais valor, aos olhos de Deus, do que um corpo material. Foi isto que os levou a imolarem, primeiro, animais e, mais tarde, homens. De conformidade com a falsa crença que possuíam, pensavam que o valor do sacrifício era proporcional à importância da vítima. Na vida material, como geralmente a praticais, se houverdes de oferecer a alguém um presente, escolhê-lo-eis sempre de tanto maior valor quanto mais afeto e consideração quiserdes testemunhar a esse alguém. Assim tinha que ser, com relação a Deus, entre homens ignorantes.”
a) - De modo que os sacrifícios de animais precederam os sacrifícios humanos?
“Sobre isso não pode haver a menor dúvida.”

Os sacrifícios de animais na Bíblia  lembram bem o que acontece no Candomblé e Quimbanda nos nossos dias.  Diz ainda Kardec em O Livro dos Espíritos:  "Os antigos figuravam os deuses tomando o partido deste ou daquele povo. Esses deuses eram simplesmente Espíritos representados por alegorias.". Diz ele também, no mesmo livro: "os antigos fizeram, desses Espíritos, divindades especiais. As Musas não eram senão a personificação alegórica dos Espíritos protetores das ciências e das artes, como os deuses Lares e Penates simbolizavam os Espíritos protetores da família. Também modernamente, as artes, as diferentes indústrias, as cidades, os países têm seus patronos, que mais não são do que Espíritos superiores, sob várias designações".
Continua o padre:


Porém, as coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas aos demônios e não a Deus. São divindades, são demônios. E São Paulo explica que os demônios se escondiam atrás daquelas divindades para enganar as pessoas. O demônio tem uma vontade enorme de ser adorado como Deus, e faz de tudo para sê-lo. Ele, – em seu orgulho louco e auto-suficiência –, ainda hoje quer ser cultuado, quer receber rituais, práticas e ofertas.
Então, o apóstolo Paulo nos revela que os sacrifícios que os pagãos praticavam, não eram oferecidos a Deus, mas sim, ao demônio. E que eles o faziam para entrar em contato em com as divindades.
 

O padre se refere a esse versículo: "Antes digo que as coisas que eles sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios." (1 Coríntios 10:20)
A palavra "demônio" tem sua origem nas palavras gregas daimôn e daimonion, essa última a utilizada por Paulo aqui. Mas na época tinha um significado bem diferente desse "demônio" que a Igreja criou para manipular os homens através do medo.  Escritores gregos naquele tempo usavam a palavra daimôn no sentido de "deidade", "espírito", "deus", "deusa", "poder divino". Algumas vezes pode também daimôn significar um "mau espírito" ou "gênio" - bom ou mau - ligado a uma pessoa. A palavra daimonion tem basicamente o mesmo significado, mas o verbo daimonimozai não significa "estar sob influência do demônio" mas "ser adorado como um deus".
O adjetivo daimonios significa coisas como "dado pelo céu", "milagroso", "inspirado pelo céu", "pelo divino poder", "pelas mãos de Deus", ou ainda "pertencente a um daimôn" ou "sob a influência de um daimôn". O verbo daimonomacheô significa algo como "lutar contra o céu", ou seja, contra Deus, contra o poder divino.
Isto tudo dito acima tem relação com a antiga Grécia, com a mitologia grega e seus deuses. Mais tarde, na Septuaginta, o Velho Testamento em grego, e no Novo Testamento, a palavra daimôn já aparece com um significado um pouco diferente, se referindo aos espíritos que possuiam os corpos dos homens.
No Antigo Testamento em grego, a Septuaginta,  a palavra daimonion aparece em 8 passagens, como essa abaixo, no mesmo sentido em que Paulo usou:
"Ofereceram sacrifícios aos demônios, não a Deus, a deuses que não haviam conhecido, deuses novos que apareceram há pouco, aos quais os vossos pais não temeram." (Deuteronômio 32:17)
Nesse versículo em Atos  não traduziram daimonion como demônios:
"Ora, alguns filósofos epicureus e estóicos disputavam com ele. Uns diziam: Que quer dizer este paroleiro? E outros: Parece ser pregador de deuses estranhos; pois anunciava a boa nova de Jesus e a ressurreição. " (Atos 17:18)
.Estavam falando de Paulo. Certamente não o chamaram de “endemoniado”, mas,  para os gregos, ele  era proclamador de um "poder divino" desconhecido para os gregos, estranho pra eles. Esse o sentido original da palavra daimonion para os gregos. No citado versículo em 1 Coríntios 10:20 Paulo dizia para os gregos que eles faziam sacrifícios não para Deus e sim para os ídolos, para os deuses gregos, deuses falsos e não o verdadeiro Deus, no sentido original da palavra daimonion como os gregos entendiam.
Que fique claro, portanto, que é no sentido de "ídolos" ou "deuses falsos" que devemos entender esse versículo lembrado pelo padre, pois era aos gregos que Paulo se dirigia e assim eles entendiam, e não no sentido de "demônios" conforme o entendimento da Igreja, esses seres poderosos e enganadores que acreditam estar presentes no Espiritismo enganando que são espíritos dos mortos.

Quando nós comungamos o Corpo e o Sangue de Cristo, nós entramos em comunhão com o Senhor, e você sabe: onde está Jesus, está o Pai e o Espírito Santo. E por isso São Paulo dá a ordem de não tenhamos parte com os demônios. O versículo 21 dessa passagem nos diz que não podemos participar ao mesmo tempo da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Irmãos, isso é muito claro, naquele tempo, que eles cultuavam essas práticas, os demônios se escondiam atrás daqueles ídolos, servindo-se daquelas práticas e daquelas vítimas.
Assim como nos dias de hoje, principalmente a partir do século 20, que Allan Kardec (que é justamente do século 20) inventou –, para se atualizar com o mundo moderno –, uma forma de esconder-se atrás das práticas espíritas, de todos os gêneros e de todos os tipos. E deixe-me explicar que este livro (“Sim, sim; não, não”) não é contra os meus irmãos espíritas, porque são meus irmãos, são filhos de Deus, e muitos deles são muito bons, e fazem muitas caridades, são pessoas muito honestas e sensatas. Eu não estou, nem o livro está falando algo contra os espíritas, mas contra o demônio, que inventou o espiritismo para enganar as pessoas, assim como no passado, ele se escondia atrás dos ídolos, hoje ele se esconde atrás dos espíritas.
E você sabe que as práticas espíritas – sejam elas quais e de que forma forem –, têm duas coisas em comum: A crença na reencarnação e a evocação dos espíritos, ou seja, chamar os espíritos ou como dizem as “entidades”. E são entidades diferentes, e também há a evocação dos mortos para que esses venham, falem e tragam palavras para as pessoas que os evocam. Você vê quando morre alguém, eles dizem: “Olha, o espírito do seu marido está aparecendo no centro ‘tal’, no ‘terreiro tal’, enviando mensagens”. E a pessoa, como está com o coração machucado, acaba indo, infelizmente, a esses lugares. E não estou dizendo que isso está certo; muito pelo contrário: São Paulo explica que atrás dos espíritos evocados está o demônio. E é claro que o inimigo de Deus sabe tudo sobre você e sobre os nossos entes queridos, por isso, ele usa destas táticas para enganar e segurar as pessoas nessas práticas. E, graças a Deus, não é o seu ente querido que vem quando o chamam, pois ele foi para Deus, e está em Deus. Quem fala lá com a voz dos seus entes queridos, na realidade, são espíritos malignos. E quanta gente cai nesta história.


Conforme foi dito, Paulo não disse isso, mas se referia aos deuses falsos, aos deuses mitológicos. E não disse em momento algum que os demônios enganam que são os mortos. Aliás, em versículo algum da Bíblia iremos achar a afirmação de que mortos não se comunicam e que demônios se passam por eles, inclusive, está no Velho Testamento que Samuel se manifestou depois de morto e que Jesus conversou com Elias e Moisés depois de mortos. Eu fecho esse meu blog se alguém me provar que estou errado.
Enquanto alguns padres insistem no "poder do inconsciente" para explicar as manifestações, outros insistem na velha idéia de que são demônios.
Nós espíritas não idolatramos espíritos como se fossem deuses, nem mesmo o "deus" Iahvé e nem matamos animais como num ritual de umbanda. Então, o que temos nós a ver com aquelas palavras de Paulo?

Existem os dois tipos de espiritismo: os que se dizem de “mesa branca”, os chamados kardecistas, nobres, intelectuais, e o outro, o de “umbanda”. Mas quero explicar algo a vocês: é tudo igual, eles têm por primeiro princípio a reencarnação.



Apenas acreditar em mediunidade e reencarnação não faz deles espíritas. Católicos acreditam em um Deus 3 em 1 igual aos hinduistas e nem por isso são hinduistas.


E que triste é você acreditar que você não é você, que apenas é um espírito encarnado em você. E que o que você tem aí é somente uma carne, porque você é uma pessoa de séculos atrás, e daqui a pouco, quando morrer, você vai se encarnar em outro. E como no Brasil foi se criando uma mentalidade reencarnacionista! E o demônio fez isso para nos enganar.



Cada um de nós é espírito e não carne, e como espírito vamos evoluindo sem perder a individualidade. Em João 6: 63 Cristo diz que “O espírito é o que dá a vida. A carne não serve para nada”. Exatamente isso que ensina o Espiritismo. Mas para o padre o espírito é "apenas um espírito", algo sem importância. Isso,sim, é triste!


Mas há uma gestação só, quando morrermos vamos para o céu! É esse o nosso destino, o céu está esperando por você! Imagine que coisa terrível: de repente, você morre, o seu corpo é enterrado, e imagine que o seu espírito fique andando por aí. E as pessoas são convencidas disso por meio de forças malignas. Por essa razão, quando aquelas mães e pais de santo recebem aqueles espíritos, na verdade, estão sendo enganados.

Coisa terrível é saber que todo aquele que não aceita as "verdades" dos católicos, como a Trindade, Eucaristia,  vai penar para sempre no fogo sem direito a novas oportunidades para continuar sua evolução.

Tanto os kardecistas quanto os espíritas de terreiro fazem a cabeça da pessoa, ou seja, convencem-nas, e somente pela força do Espírito Santo elas serão convencidas da verdade, como nos ensina a Palavra de Deus: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32).
Foi uma luta escrever este livro “Sim, sim! Não, não!” Foi uma grande luta espiritual, tanto que eu o tive de reescrever.
Peguem a Palavra em Deuteronômio 18, 9 seguintes. E Levítico 19,31 e seguintes:
"Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o Senhor, vosso Deus” (Levítico 20:7).
Jesus retoma esta Palavra no “Sermão da Montanha”: “Sereis perfeitos, como vosso Pai do Céu é perfeito” (Mt 5,48. 20). E “Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Levítico 19, 3c). É como se Deus estivesse dizendo e assinando embaixo: “Eu sou o Senhor!”
“Não vos dirijais aos espíritas nem aos adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Levítico 19, 31). É como se Ele dissesse: “Eu estou mandando, pois Eu sou o Pai, e sei o que é bom para os meus filhos”. Para Deus isso é uma traição, um adultério, pois atrás disso tudo está o demônio. O Senhor também condena os atos daqueles que fazem invocações dos mortos e adivinhações.


Adultério comete o padre aqui com texto bíblico, colocando a palavra "espírita", que foi criada por Kardec, onde no original diz "necromante".




Deus escolhe Abraão, que também estava em uma terra idolatra. E o Senhor o traz [Abraão], que já era velho e sua esposa Sara, para conduzir o povo d’Ele. O Senhor fez isso para que esse povo fosse preservado. Se os israelitas invocassem os espíritos, e consultassem adivinhos, eles estariam contaminando todo o povo. E Deus precisava de um povo santo, para trazer o Messias, o Salvador, para todos os outros povos.



Veja definição do Aurélio para "necromancia": "1. ADIVINHAÇÃO pela invocação dos espíritos. 2. MAGIA NEGRA"

Segundo o livro "Historia das Religiões" de Antonio de Almeida e Souza, Necromancia é um culto de origem egípcia e africana onde os supostos sacerdotes tentam adivinhar o futuro evocando espíritos e com auxilio de restos mortais de animais e de pessoas.
 ADIVINHAÇÃO. Tem isso no Espiritismo? NÃO. Se evoca animais usando ossos? NÃO. E é esse tipo de comunicação que a Bíblia proibe.
No livro "Does the Soul Survive - A Jewish Journey to Belief in Afterlife, Past Lives and Living with Purpose", o autor, o rabino Elie Kaplan Spitz, informa que pessoas de sua comunidade que tinham perdido entes queridos estavam consultando um médium americano muito famoso: George Anderson.
Consultou seu professor de seminário, e, para sua surpresa, este confirmou que a Bíblia hebraica condena consultar os mortos para fins de adivinhação apenas. Se o propósito for benéfico, não há nada contra. Informa também o livro que um comitê de rabinos americanos estudou a questão com base na Bíblia hebraica chegando a mesma conclusão. Mas essa conclusão não interessa aqueles que se dizem "cristãos" e não se dedicam a pregar os preceitos do Cristo e sim a pregar o ódio contra os que não pensam igual.

Entendam:
NECRO = Morto
MANCIA = Adivinhação, como em cartomancia(adivinhações usando CARTAS)
Mancia não significa COMUNICAÇÃO.

É verdade que havia idolatria, acreditavam nos espíritos como deuses, motivo também para a proibição. Mas para o Espiritismo somos todos espíritos e então adorar espíritos seriar adorar nós mesmos...

O Catecismo da Igreja Católica – 2116 e 2217 – também fala que essas práticas contradizem a Deus. Você sabe que as pessoas quando vão buscar essas práticas, muitas intencionam fazer coisas boas, mas também há muitas que querem praticar o mal. Muitas vezes, nestes terreiros há imagens de Nossa Senhora, de santos, mas é para enganar as pessoas, pois por detrás delas estão as entidades malignas, como, por exemplo, Iemanjá, que é uma dessas entidades. E veja os trabalhos que eles pedem para se fazer: com galinha preta, velas, entre outros, isso tudo são os sacrifícios que o demônio quer que sejam feitos a ele. E muitas pessoas dizem: “Mas deu certo, a pessoa conseguiu o que queria”, mas é claro porque o príncipe deste mundo também tem poderes, e pode dar coisas, mas ele vai cobrar as pessoas, que o procuraram, mais tarde.
E outras pessoas reclamam, dizendo: “Eu já rezei tanto, mas Deus não me deu o que eu precisava”. E por que Deus não dá? Porque Deus é Pai e sabe o que é bom para nós. É como o pai e a mãe que não podem dar tudo aos filhos, porque se eles fizerem isso, eles perderão o controle da situação, criando filhos mal-educados. Muitas pessoas querem controlar e manipular a Deus.
E mais terrível ainda é que quando as pessoas conseguem o queriam nestes lugares, pois acabam, muitas vezes, travando um verdadeiro pacto com o príncipe deste mundo, que domina este mundo de pecado, crime, de vícios. E quando elas o buscam e conseguem, acabam contraindo um pacto com ele, contraindo uma dívida com o demônio. É como no tráfico de drogas, imagine o que acontece com quem não paga os traficantes. A droga é dada no começo de graça, como por exemplo, nas portas das escolas, e quando os coitadinhos já estão acostumados e viciados, então, têm de pagar para obter mais. O inimigo de Deus não é claro, é mentiroso, pois é o pai da mentira, e o que ele quer é comprar a sua alma. Por meio das coisas que ele deu às pessoas que o procuraram e invocaram, ele vai cobrar delas e dos entes queridos delas.
Por isso tudo, São Paulo é muito claro: “Não quero que tenhais comunhão com os demônios. Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (1 Cor 10,20-22).
E a primeira coisa a fazer é desfazer todo o trato contraído com o Maligno, porque quando se faz um contrato, é preciso fazer um "destrato", renunciando-o. Diante de Jesus, do Senhorio de Jesus, você vai renunciar do fundo do coração a todo pacto que tenha contraído com ele, arrependendo-se de tudo o que você fez, renunciando diante Deus, fazendo um "destrato".


Para o padre e outros detratores tudo é "Espiritismo".  Mas só há um Espiritismo, o codificado por Allan Kardec, na França do século passado..
   No "Dicionário Etimológico (A etimologia investiga as origens das palavras, bem como sua entrada na língua)  Nova Fronteira da Língua Portuguesa, 2a. Edição, registra-se no verbete "espírito", o derivado:
" espiritismo 1875. Do fr. spiritisme" - sendo 1875 a data provável da entrada da palavra no vocabulário português. "Do fr." significa "do vocábulo francês:".
   Em "The Oxford Dictionary of English Etymology" encontramos o verbete:
"spiritism, -ist. XIX, preferred by some to spiritualism. French spiritisme"
  Aqui temos a entrada no século XIX, uma rápida definição semântica(preferida por alguns a espiritualismo), e a origem. Também o francês "spiritisme".
    Outros dicionários, tanto do inglês quanto do português, apesar de darem definições pouco felizes, admitem a origem dessas palavras a partir do francês. E qual seria a origem da palavra no francês? No "Larousse Dictionnaire Etymologique et Historique du Francais" encontramos:
"Spirite 1857, Allan Kardec; angl. spirit-rapper 'esprit farceur' (d'ou 'spirite'), de spirit du lat. spiritus, et de rapper, frappeur, de (to) rap, frapper sur les doigts. || spiritisme 1857, Kardec"
As palavras spirite (espírita)e spiritisme (espiritismo) surgem no francês criadas  por Allan Kardec em 1857 (ano da publicação de "O Livro dos Espíritos"). portanto se alguém quer saber o uso apropriado é  no tal livro que deve buscar a definição cunhada pelo criador da nova expressão.

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