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sábado, 19 de março de 2011

Evidências cientificas da fluidoterapia e da existência do perispírito

Dr. Waldemar Leandro - A Explicação Científica do Espiritismo:
A água fluida, a fé, a prece e os passes espíritas
        A água fluida é, para os espíritas, como a água benta da igreja católica. É purificadora e quando associada aos fluidos terrestres, oriundos das preces fervorosas das entidades humanas, mais aos da esfera superior, que nos vem trazidas pelos espíritos benfeitores, nos fornece muitos benefícios. É servida nos Centros Espíritas, como complemento do passe e das orações. Mas, também, pode ser produzido em casa, segundo a receita do livro de E. Rigonatti ('A Mediunidade Sem Lágrimas", capítulo "Não esperemos tudo dos outros") a qual merece ser discutido:
     "Sabemos que a água é um ótimo veículo para os remédios espirituais, porque pode ser facilmente magnetizada e impregnada de fluidos curativos. Para a cura de enfermidades e conservação da saúde nossa e de nossos entes queridos, nada mais simples e natural do que empregarmos o método de cura pelo copo d'água; consiste no seguinte: todas as noites, antes de deitar, coloquemos à cabeceira um copo d'água e roguemos ao Senhor que permita sejam ali depositados os fluidos úteis a reparação de nosso corpo. De manhã, após nossas orações, bebamos a água cheios de fé. Preparemos a água para nós e para nossos filhos e, depois das preces em conjunto, daremos a água a todos, confiantes na Providência Divina."
    A prece é um veículo de comunicação entre os seres terrenos e a divindade, ou, ainda, elemento de invocação, para falarmos com o nosso anjo da guarda, pelo qual, também, oramos a fim de pedir lhe o auxílio, ou para agradecer a ajuda que nos foi propiciada. A prece não prescinde da fé fervorosa. Perde seu alcance, quando pronunciada só pela boca. Devemos, por outro lado, nos concentrar, mentalizando o objeto ou o destinatário de nossas preces. Através delas, transmitimos e recebemos mensagens dos espíritos.
   O Centro Espírita é freqüentado por espíritos de boa, como de má categoria. Quando recebemos o passe, ficamos limpos das influências negativas dos nossos irmãos mais atrasados do espaço extra-terreno. O passe evita que carreguemos conosco, na saída, os maus fluidos dessas entidades espirituais. Mais, ainda, durante o passe nos são, às vezes, trazidas mensagens de nossos protetores.
  Exemplificando, com um caso especial ocorrido conosco: recebíamos um passe do médium Dr. Ney Coutinho, quando nos informamos que algo estava por vir, mas que devíamos nos conformar, ter paciência e tolerância. Pedida explicação à mesa dos trabalhos da sessão, obtivemos a resposta de que cuidava de queima do carma, que teríamos que sofrer. Os esclarecimentos dos espíritos ainda diziam que nossos desencarnados oravam por nós. Efetivamente, dois ou três meses após a nossa mãe adoeceu e veio a desencarnar. Fora uma mensagem dolorosa e triste; funcionou, porém, como um protetivo, uma preparação para o choque, que seria muito maior, se o evento ocorresse repentinamente. E, principalmente, por sermos cardíacos. De sorte que a notícia, desagradável, representou, aí, uma consideração benevolente. Caso contrário, os espíritos teriam deixado que a bomba explodisse no devido tempo.
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Celso Martins - "Mediunidade ao seu Alcance":
 O PASSE

  Muita gente procura a casa espírita por causa do passe. Sendo assim, vamos examinar esse assunto.
  O passe deve ser encarado como um poderoso auxiliar dos recursos terapêuticos, capaz de atuar beneficamente sobre o perispírito e até mesmo sobre o corpo físico, de modo a serenar almas aflitas, revitalizar órgãos debilitados, curando-os de suas enfermidades, desde que haja permissão de Deus. O passe é ato fraterno de transmissão de energias psíquicas e mesmo físicas, tendente a equilibrar  o paciente, devendo ser  lembrado que este tratamento mediúnico espiritual de modo nenhum dispensa o tratamento médico tradicional. Pelo contrário, uma terapia auxilia a outra para que a cura se efetive, caso esteja no quadro do nosso merecimento individual.
  Segundo Allan Kardec,  em A Gênese, capítulo XIV, No 33, a ação magnética pode produzir-se:
1) Pelo próprio fluido do magnetizador, no caso, o passista que doa do seu magnetismo humano.
2) Pelo fluido do espírito que atua diretamente sobre o encarnado doente, sem o concurso de qualquer intermediário.
3) Pela combinação espontânea ou pedida pelo passista no sentido de que o seu magnetismo humano se associe ao do seu mentor espiritual.

  Não há necessidade de que o médium toque o paciente para que a transmissão fluídica ou energética se estabeleça. Ela se dá de aura para aura. A imposição de mãos (aliás, ensinada e exemplificada por Jesus) é o meio ideal de transmitir o passe. Nada há que justifique que o médium gesticule os braços, estale os dedos, esfregue as mãos ou apresente respiração ofegante sobre o paciente. Nem que se dêem as mãos ou se alternem os sexos, ou ainda os médiuns se livrem de objetos metálicos para fortalecer a corrente!... Nada disto é recomendação espírita. O que o Espiritismo sugere e aconselha é que o passe seja dado a pessoas que realmente dele estejam necessitadas, como os doentes, os convalescentes, os velhinhos cansados, os aflitos, os angustiados.
  O que o Espiritismo recomenda é que o passe seja dado no centro-espírita, em local adequado (Câmara de Passes), evitando dá-lo em público, porque pode perder muito do seu potencial, pela curiosidade frívola de muitos assistentes e pela falta de harmonização, muitas vezes, do ambiente. Tanto que quem esteja dirigindo a reunião poderá convidar os assistentes para que, com pensamentos e sentimentos nobres voltados para o Bem, colaborem para o bom êxito dos trabalhos.
  Não se deve dar passe a domicílio - a não ser nos casos de doença que imponha inarredável impedimento do paciente até ao centro; neste caso, então, uma pequena equipe de socorristas irá ao enfermo em seu lar, sem perder de vista também que o passe pode ser dado à distância, beneficiando, por exemplo, aquele doente que esteja num hospital.
  O médium deve sempre estar com o pensamento e as ações voltadas para o Bem; sendo assim, o passista deve evitar dá-lo quando estiver em estado de saúde precária; em estado de algum desequilíbrio espiritual em virtude de revolta, de raiva, de orgulho, de desânimo, de desespero, de desconfiança; ou então com o corpo físico  intoxicado pelo fumo, pelo álcool, pelas drogas, pelo sexo descontrolado, por uma lauta refeição, etc.
 Não há limites para o número de passes que o passista pode dar. Um número demasiado poderá levá-lo a um certo cansaço físico mas nunca à exaustão fluídica, se o trabalho for bem conduzido. A reposição de seus fluidos será automática; daí ser desnecessário que, depois de atender um certo número de pacientes, deva o médium tomar o passe de outro médium para restabelecer-se (sic!...).
   Não há no Espiritismo nenhuma técnica especial para o passe. Não obstante, há fatores que podem ser negativos nestes casos, como por exemplo as mágoas excessivas (tristeza, desânimo, depressão, revolta íntima), paixões, alimentos inadequados, desequilíbrio nervoso, inquietude.
  Diante do exposto, podemos delinear qual a disposição mental diante do passe. Vejamos:

I- Por parte  do passista:
 a) Ação da vontade para o Bem.
 b) Fé consciente.
 c) Firmeza e continuidade do pensamento reto.
 d) Contacto com o mundo espiritual através da prece.
II - Por parte do paciente:
a) Simpatia e fé.
b) Prece e plena receptividade.
c) Leitura sadia sempre que possível.
d) Esforço sincero mas humilde para empreender sua reforma íntima.
Estudo Prévio Antes do Passe
 Antes da administração do passe, é aconselhável a realização no centro espírita de uma sessão de estudos doutrinários já que, como dissemos anteriormente, em Espiritismo a mediunidade é um meio e não um fim em si mesma. Assim, o objetivo supremo do Espiritismo é orientar e consolar, e semelhante finalidade pode ser alcançada mediante o estudo dos postulados da Doutrina Espírita.
   Composta a mesa dos trabalhos pelo dirigente e dois expositores, prepara-se o ambiente (a harmonização dos pensamentos) com a leitura e comentário de uma mensagem instrutiva (10 minutos), o que poderá ser feito pelo próprio dirigente da sessão. Segue-se com uma prece proferida por este mesmo dirigente, prece curta (2 minutos) porém sentida. Tem lugar, então, o estudo doutrinário propriamente dito, com a leitura e explanação de um assunto de O Livro dos Espíritos (20 a 25 minutos) por um expositor, e depois leitura e exposição de um tema de O Evangelho Segundo o Espiritismo (20 a 25 minutos) por parte de outro expositor, ambos  previamente escalados.
 Faz-se a prece final desta parte e segue-se a aplicação dos passes (fluidoterapia) e fluidificação da água contida em vasilhames, postos à mesa para posterior utilização pelos enfermos.
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Evidências Cientificas da Fluidoterapia - do Boletim GEAE:

   No  meio  espírita  existe  um  termo  que  é  muito  comum  -   a fluidoterapia - isto é, a capacidade de, através da doação de  fluidos (energias),  interferir  positivamente  na  saúde  das  pessoas,  seja através do passe espírita ou através da fluidificação da água.
   Pensamos,  pois,  que  seria  bem  útil  que  todos  nós  tivéssemos conhecimento  das  descobertas  científicas  efetuadas  em  torno  da fluidoterapia, para que assim pudéssemos mais eficazmente passar  esta idéia às pessoas que recorrem à associação espírita, dando-lhe a idéia que a fluidoterapia encerra: uma prática séria, baseada no amor,  nada supersticiosa, nada ritualística e com fundamento científico.
            O passe espírita é uma transfusão de energias   psíquicas e espirituais que alteram o campo celular
   Não é uma técnica. É um  ato de amor. Não foi inventado pelo Espiritismo, mas foi estudado por ele. Jesus utilizava-o.
   Quando  duas  mentes  se  sintonizam,  uma   passivamente  e  outra ativamente, estabelece-se entre  ambas  uma  corrente   mental,  cujo efeito é  o  de  plasmar  condições  pelas  quais  o  "ativo"  exerce influência  sobre   o   "passivo".   A   esse   fenômeno   denominamos magnetização. Assim, magnetismo  é  o  processo  pelo  qual  o  homem, emitindo energia  do seu perispírito  (corpo  espiritual),  age  sobre
outro homem, bem como sobre todos os corpos animados   ou  inanimados. Temos, portanto, que o passe é uma transfusão de energia  do  passista e/ou espírito para o paciente.
   No passe, a mente reanimada reergue a vida microscópica (celular). O passe tornou-se popular pela sua eficácia.  O   paciente  assimila  os recursos  vitais,  retendo-os  na  sua  constituição   psicossomática, através das várias funções do sangue.
  «Podemos  dizer  que  o  passe  atua  diretamente  sobre  o  corpo espiritual de três formas diferentes:  como  revitalizador,   compondo as  energias  perdidas;   dispersando  fluidos  negativos  contraídos; auxiliando na cura das enfermidades, a partir do reequilíbrio do corpo espiritual.
    A água magnetizada nas associações espíritas contribui para uma melhoria da saúde física e psíquica de quem necessita.
  A água cobre 2/3 da superfície da Terra e representa  cerca  de  70% das moléculas que constituem o corpo humano.
  A água fluída é a água normal, acrescida de fluidos curadores. Estes fluidos  são  introduzidos  pelos  espíritos  amigos,  bem  como  pelo magnetizador. São fluidos de boa qualidade. A  quantidade da água  não é importante, basta um pouco. A qualidade dos  fluidos,  essa  sim,  é importante.   Os  fluidos  agem  sobre  a  água   modificando-lhe   as propriedades.
  «A água é extremamente sensível  a  muitos  tipos  de  radiações.  O cientista americano de pesquisas industriais  Robert  N.  Miller  e  o físico  Prof.  Philip  B.  Reinhart  inventaram  quatro   instrumentos independentes, para demonstrar que um pouco  de  energia  emanada  das mãos de um  curador  pode  dar  início  a  uma  alteração  da  ligação molecular entre o hidrogênio e o oxigênio das moléculas de água»  ("As curas Paranormais", George Meek, Ed. Pensamento, 1995).
  «Considerando que o corpo é composto de água na sua maior  parte,  e desde que descobrimos que a água  é  extraordinariamente  sensível  às irradiações de um amplo espectro de energias; considerando, ainda, que estamos a  aumentar  a  nossa  possibilidade  para  detectar  e  medir instrumentalmente o fluxo de várias energias que emanam  do  corpo  do curador, podemos enxergar as inferências disso como  sendo  de  grande projeção.» (idem)
   Modernamente, podemos encontrar vários estudos de cariz  científico, que vêm  comprovar   as  teses  espíritas  em  torno  do  passe  e  da fluidificação da água, dando, portanto,  uma  base  de  aceitação  bem maior, principalmente junto daqueles que desconhecem o Espiritismo.
  O Dr. Bernard Grad, bioquímico e pesquisador de geriatria no «McGill University’s Allen Memorial Institute», no Canadá, fez experiências muito interessantes na Universidade de McGill, Montreal, Canadá na década de 1960. O trabalho do Dr. Grad a respeito da cura pelo toque das mãos foi reconhecido e Grad recebeu um prémio da Fundação CIBA, uma fundação científica fundada por um grande laboratório farmacêutico. Ele efetuou experiências com sementes de cevada, com ratos e análise da estrutura molecular da água.
  1 - Nas suas experiências com sementes de cevada, Grad fez o seguinte:
   Substituiu humanos por plantas e animais, para evitar o efeito placebo. Colocou sementes de cevada de molho em água salgada (retarda o crescimento), com objetivo de criar plantas doentes. Pediu a um curador psíquico (um passista) que fizesse imposição das mãos sobre a água salgada (água tratada), num recipiente, que seria usada para a germinação das sementes. As sementes foram colocadas em água salgada (tratada pelo passista e não tratada). Foram colocadas de seguida numa estufa, onde o processo de germinação e crescimento foi acompanhado. Bernard Grad verificou que as sementes submetidas à água tratada pelo passista germinavam com maior freqüência do que as outras. Depois de germinadas, as sementes foram colocadas em potes e mantidas em condições semelhantes de crescimento. Após várias semanas, e de acordo com uma análise estatística, as plantas regadas com a água tratada eram mais altas e tinham um maior conteúdo de clorofila. (Medicina Vibracional,Ed. Cultrix, Richard Gerber, 1997).
   Bernard Grad efetuou outra experiência muito interessante: Grad lembrou-se de dar a água para pacientes psiquiátricos segurarem. Essa mesma água foi depois usada para tratar as sementes de cevada. A água energizada pelos pacientes que estavam seriamente deprimidos, produziu um efeito inverso  ao da água tratada pelo passista: ela diminuiu a taxa de crescimento das plantinhas novas (Jeanne P. Rindge in As Curas Paranormais, George W. Meek, Ed. Pensamento, 10ª edição, 1995, Cap. 13, pp. 158-159).
  O passe espírita é uma transfusão de energias psíquicas e espirituais que alteram o campo celular, contribuindo assim para a saúde física e psíquica da pessoa necessitada.
  2 - Ainda numa outra experiência:

 «...Grad analisou a água quimicamente para verificar se a energização  (através do passe pela imposição das mãos) havia provocado alguma alteração física mensurável. Análises por espectroscopia de infravermelho revelaram a ocorrência de significativas alterações na água tratada pelo passista...  o ângulo de ligação atômica da água havia sido ligeiramente alterado... bem como diminuição na intensidade das ligações por pontes de hidrogênio entre as moléculas de água... e significativa diminuição na tensão superficial.» (Gerber, 1997).
3 - Bernard Grad efetuou ainda experiências com ratos. Numa delas, Grad produziu a doença do bócio em ratos e separou-os em dois grupos. Contatou um  famoso curador, o Coronel  do Exército Húngaro,aposentado, Oskar Stabany, que pegava nos ratos durante 15 minutos de cada vez, durante 40 dias.
Embora todos os animais apresentassem um aumento da tiróide, «os ratos pertencentes ao grupo tratado pelo curador apresentavam uma proporção significativamente mais baixa de casos de bócio.» (Gerber, 1977).
     Numa outra experiência, Grad pegou em: 48 ratos que foram submetidos a uma pequena cirurgia e separados em 3 grupos. Um dos grupos foi  tratado pelo curador (passista). «Nos ratos pertencentes ao grupo tratado pelo curador, o processo de cicatrização das feridas era significativamente mais rápido.» (Gerber, 1997). Estes estudos foram comprovados pelos Drs. Remi J. Cadoret e  G. I. Paul, na Universidade de Manitoba, em condições de rigoroso critério, que concluíram: «os ratos tratados por pessoas dotadas de poderes curativos apresentaram uma velocidade de cicatrização significativamente maior.» (Gerber, 1997).
   A Drª Dolores Krieger, doutora em Filosofia, prof. de Enfermagem na Universidade de Nova York «...teve oportunidade de observar o desempenho do Coronel Stabany (um conhecido curador Húngaro, reformado do exército, com fama de ter capacidades magnéticas curativas) durante várias semanas de cada verão, numa clínica (provisória) de cura. Ela ficou impressionada com a quantidade de pessoas, cuja saúde melhorava, inclusive casos dados como perdidos pela medicina.» (As Curas Paranormais - como se processam, cap. 13, 10ª ed.; São Paulo: Pensamento, 1995).
       Assim sendo, ela decidiu investigar. Utilizou um grupo de vários doentes, e solicitou  o apoio do Coronel Stabany  e da Dr.ª Otelia Bengssten, MD (médica), bem como da Sr.a Dora Kunz (vidente). Um grupo recebeu tratamento direto,  por imposição das mãos. A Dr.ª Krieger mediu os níveis de hemoglobina, antes e depois do passe magnético (imposição das mãos) efetuado pelo Coronel Stabany, e «Constatou a ocorrência de aumentos significativos nos níveis de hemoglobina dos pacientes do grupo que recebeu o passe» (Medicina Vibracional - Uma Medicina para o Futuro, cap. VIII, 12ª ed.; São Paulo: Cultrix).
        «A tendência para a energia curativa elevar os níveis de hemoglobina era tão forte, que pacientes cancerosos submetidos à cura, por imposição das mãos, apresentaram ocasionalmente elevações nos níveis de hemoglobina, apesar de estarem a ser tratados com quimioterapia.» (Gerber, cap. VIII, 1997). «Foi demonstrado que as elevações nos níveis sanguíneos de hemoglobina indicavam, com segurança, a ocorrência de verdadeiras alterações bioenergéticas e fisiológicas, produzidas pela aplicação das energias curativas.» (Gerber, cap. VIII, 1997).
        Mas não foi somente esta cientista que pôde comprovar a ação eficaz da fluidoterapia através do passe magnético (imposição das mãos). Uma outra cientista decidiu  investigar outras áreas.

passe espírita, com imposição das mãos, bem como a água magnetizada pelos curadores,  influem positivamente na saúde física e psíquica das pessoas.


        A Dr.ª Justa Smith, freira franciscana, bioquímica e enzimologista, recebeu o título de doutora em pesquisa original sobre os efeitos dos campos magnéticos na atividade da enzima. Em 1967 era  presidente do Departamento de Ciências Naturais, num colégio particular em Rosary Hill, Buffalo, USA.        Ela pensou da seguinte maneira: «As enzimas são os catalisadores do sistema metabólico. Qualquer cura, ou doença, primeiramente, deve ativar o sistema enzimático. E raciocinou que se os campos magnéticos podiam aumentar a atividade da enzima tripsina digestiva - o que ocorria na sua pesquisa - e se a luz ultravioleta podia diminuir a atividade - o que ocorria na sua pesquisa -  então qual o efeito sobre a mesma enzima que poderia ocorrer na imposição de mãos - se é que havia? E decidiu descobrir. A Dr.ª Smith propôs, inicialmente, comparar os efeitos da imposição de mãos do Coronel Stabany sobre a enzima tripsina, com os efeitos do campo magnético sobre a mesma enzima, bem como sobre os controles. Para fazer isso, preparou soluções de tripsina, as quais foram depois divididas em quatro frascos de vidro... um deles foi tratado pelo Coronel Stabany, que simplesmente colocou as suas mãos ao redor do frasco tapado, durante um espaço máximo de 75 minutos. O segundo ficou exposto à luz ultravioleta no comprimento de onda mais prejudicial para a proteína (o Dr. Bernard Grad sugerira que a enzima se tornasse “doente”, a fim de demonstrar a evidência da cura). Um terceiro frasco foi exposto a um campo magnético elevado (8.000 a 13.000 gauss), com acréscimos horários de até 3 horas. O quarto, não tratado, era o controle. Os resultados de um mês de estudo demonstraram que a energia ou força proveniente das mãos do Coronel Stabany ativavam as enzimas, quantitativa e qualitativamente, comparáveis à atividade originada por um campo magnético de 8.000 a 13.000 gauss. Isso representa uma atividade muito significativa, considerando que vivemos num campo magnético médio com cerca de 0,5 gauss. Os efeitos nas enzimas danificadas (expostas á luz ultravioleta) foram essencialmente os mesmos. Os resultados... indicam que algum tipo de energia foi canalizada pelas mãos do Coronel Stabany, sendo suficiente para ativar as enzimas em um grau significativo» (Meek, cap. 13, 1995).
  A Drª THELMA MOSS, Ph. D., Psicóloga, diretora de pesquisa no Center for the Health Sciences, The Neuropsychiatric Institute, na Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), fez inúmeras experiências, muitas delas relatadas no seu livro «O Corpo Elétrico». Dentre elas, é interessante referir as experiências efetuadas com a curadora Olga Worral.
  A Drª Thelma Moss fez uma fotografia Kirlian (fotografia que capta o campo energético que envolve o corpo humano), da mão da Srª Olga Worral, em estado normal e fez uma outra da mesma mão da Srª Worral, mas em estado de transe, enviando energias para uma pessoa necessitada. Nessa fotografia aparece nitidamente algo a sair da ponta dos dedos de Olga Worral, podendo evidenciar a emissão de energia das suas mãos. Thelma Moss fez ainda experiências com Uri Geller (mundialmente conhecido por conseguir pôr a trabalhar relógios avariados, mesmo que à distância) demonstrando igualmente a saída de uma energia dos seus dedos, quando em concentração. (Moss, T. - O Corpo Elétrico, cap.10, 13, Tradução Sônia Regis, 9ª ed.; São Paulo: Cultrix, 1993).
 
    Vejamos ainda um outro caso curioso.
  O Dr. Hans Engel, Doutor em Medicina, médico paranormal, era um renomado médico do corpo clínico da Escola de Medicina da UCLA e diretor de um famoso hospital e da Academia de Clínica Familiar de Los Angeles. Um homem com referências impecáveis.
    Apercebeu-se um dia, ao colocar a mão na testa da mulher (que tinha fortes dores de cabeça), de intenso frio na mão, perguntando à esposa se era ali que doía. Quando o frio desapareceu, a esposa informou que a dor desaparecera. Depois de muitos anos em que se apercebia do mesmo, efetuou experiências científicas com a Dr.ª Thelma Moss, tratando de uma grande variedade de pacientes que lhe eram enviados por médicos, geralmente como último recurso, após remédios, cirurgia, e mesmo a acupuntura e a hipnose terem falhado. Os seus maiores êxitos eram com doentes portadores de dores intoleráveis e persistentes. Do total, 15% não reagiram de forma nenhuma; outros 15% tiveram completa remissão e recuperação; 70% variaram entre melhoras leves ou acentuadas.
  O Dr. Brame concluiu que a água destilada, submetida à influência do magnetizador humano, apresenta mudanças moleculares. A duração dessas mudanças moleculares observadas após a  influência do médium curador é surpreendentemente longa: cerca de 120 dias, ou seja, 4 meses!
    Quando impunha as mãos sentia um enorme frio nas mesmas e os pacientes sentiam um calor por vezes   incômodo. No entanto, eram frio e calor que não eram mensuráveis pelos equipamentos.
    Estas características e êxitos tornaram-no notícia, o que lhe valeu ter sido chamado a depor perante comissões, na universidade, obrigado a pedir a demissão da UCLA, continuando com as suas pesquisas e a exercer na sua clínica. (Moss, cap. 10, 1993)
    Um outro investigador conta-nos ainda fatos muito interessantes.
    O Engº HERNANI GUIMARÃES ANDRADE, presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas (IBPP), cientista, escritor, conferencista, 8 monografias e 12 livros publicados, relata casos muito interessantes no artigo «Água Fluída»  publicado no jornal «Folha Espírita» n.º 233, de Agosto de 1993, em São Paulo, Brasil:
  Diz ele que o «O Dr. Edward G. Brame, doutor em espectroscopia, da «Dupont Corporation», em Wilmington, Delaware, E. U. A., fez extensas pesquisas espectroscópicas com amostras de água destilada submetida a «médiuns curadores», durante dois anos. Com a máxima cautela científica, o Dr. Brame concluiu que a água destilada, submetida à influência do magnetizador humano, apresenta mudanças moleculares. A duração dessas mudanças moleculares observadas após a influência do médium curador é surpreendentemente longa: cerca de 120 dias, ou seja, 4 meses!».
    Diz-nos ainda que «O Dr. Brame... colocou frascos com água pura, no meio de um grupo de pessoas que se dispuseram a fazer uma concentração, visando magnetizar a água neles contida. Não foi feita imposição das mãos; nem os frascos e nem a água foram tocados pelas mãos das pessoas componentes do grupo. Houve apenas a concentração, nada mais. Os resultados mostraram-se os mesmos: houve alterações moleculares na água assim tratada.» (Andrade, Folha Espírita, Agosto, 1993).
    Estas últimas considerações levam-nos a entender a importância do passe espírita e da água magnetizada, no auxílio aos enfermos da mente e do corpo, bem como da inocuidade dos movimentos que alguns passistas fazem em volta do corpo do doente, bastando pois e apenas o direcionamento mental das energias, tal como nos ensina o Espiritismo e referiu também o filósofo e escritor José Herculano Pires.

    Bibliografia: “Fluidoterapia: Evidências Científicas”, trabalho apresentado pela Associação Cultural Espírita (Caldas da Rainha – Portugal) no 2º Congresso Espírita Mundial, Lisboa, 1998
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Ainda sobre o assunto,  a Dra. Barbara Ann Brennan, pesquisadora da NASA, mestra em física atmosférica, escreveu livros como   Hands of Light(Mãos de Luz"), sobre os campos de energia humanos, e o conhecimento dos corpos sutis do ser, relacionados com enfermidades e curas. Enfim, comprovação científica da fluidoterapia e da existência do perispírito  Ela tem uma Home Page: http://www.barbarabrennan.com/.
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