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sábado, 19 de março de 2011

Um padre francês que reconhece que os mortos se comunicam


Matéria: Padre François Brune e Clóvis Nunes
Título: Linha direta com o Além é pesquisada
Olho: Um padre francês e um escritor brasileiro falam da comunicação com os mortos através de rádio, TV e computador

O padre François Charles Antoine Brune, um francês bacharel em latim, grego e filosofia, dispara: ``O escandaloso é o silêncio, o desdém, até mesmo a censura exercida pela Ciência e pela Igreja a respeito da descoberta inconteste mais extraordinária de nosso tempo: o após vida existe e nós podemos nos comunicar com aqueles que chamamos de mortos". Autor dos livros ``Os Mortos nos Falam" e ``Linha Direta do Além", o padre François Brune esteve em Londrina para participar do debate promovido pelo NEU, onde afirmou que os mortos se comunicam através de instrumentos, como televisores e gravadores.
O padre argumenta que escreveu o livro ``Os Mortos nos Falam" com a perspectiva de derrubar o espesso muro de silêncio, de incompreensão, de ostracismo, sustentado pela maior parte dos meios intelectuais do Ocidente. ``Para eles, dissertar sobre a eternidade é tolerável; dizer que se pode vivê-la torna-se mais discutível e afirmar que se pode entrar em comunicação com ela é considerado insuportável"- explica François Brune.
O padre conta que nunca manteve contato com alguma pessoa que já tenha morrido. ``Fiz contato com pesquisadores em diversos lugares, que tiveram contato com mortos, através de sinais de televisão, de gravador". Segundo ele, ``felizmente, no Além, a vida é melhor que na terra". O livro ``Os Mortos nos Falam"( Editora Edicel, de Brasília) já vendeu mais de 10 mil exemplares.
O padre François Brune viu na transcomunicação instrumental uma forma de provar que a vida continua no além-túmulo. ``Eu quero mostrar que a vida continua, que há Deus que nos ama, que nos espera e que o único valor da vida é o amor. Quero mostrar que a vida depois da morte depende de nossa vida neste mundo".
Ele conta que já chegou a receber mensagem diretamente dos espíritos durante algumas reuniões. Numa ocasião, em Luxemburgo, recebeu uma comunicação de Konstantino Raudive, o segundo homem a gravar vozes de espíritos. A mensagem dizia que a infelicidade é que hoje em dia as pessoas tem medo da morte(...) A morte resulta em uma eternidade radiosa, uma liberação que põe termo às vossas tragédias. A morte é uma outra vida.``Não existe chance de fraude nas gravações"Autor do livro ``Da Mediunidade à Transcomunicação Instrumental", o pesquisador da Bahia, Clóvis de Souza Nunes, um técnico em edificações de 33 anos de idade também proferiu palestras na Universidade Estadual de Londrina junto com o padre François Brune. Ele afirma: ``As vozes do Além não são chocantes, são esclarecedoras, consoladoras". Segundo ele, algumas vozes são iguais as das pessoas humanas e outras não. ``Há vozes que são reconhecidas exatamente com o mesmo timbre, com a mesma característica"- diz. O escritor baiano conta que as pesquisas com gravações de vozes do Além são controladas pela comunidade científica há mais de trinta anos. Clóvis de Souza Nunes garante: ``Não existe a mínima possibilidade das gravações de vozes e imagens serem fraudadas".
Computador em cena
 Na era da informática, o computador não poderia estar de fora das experiências que visam a comunicação entre vivos e mortos, ``substituindo" os médiuns que durante milênios foram os instrumentos dessas tentativas de saber como é o mundo após a morte e o que acontece com as pessoas que deixam essa vida. No Brasil, segundo Clóvis, os espíritos começaram a manifestar-se através do computador mais recentemente. Em seu livro Transcomunicação—comunicações tecnológicas com o mundo dos mortos, ele conta que em junho de 1986 recebeu uma visita muito interessante: uma viúva, acompanhada de um filho e uma filha, estiveram na sede do Instituto de Pesquisas Psicobiofísicas, em São Paulo, apresentando gravações de vozes captadas por microcomputador.
As vozes, segundo o relato da família, começaram a ser captadas em 1985: o rapaz, filho da viúva, certa noite estava fazendo um programa para seu microcomputador, mas quando o colocou em operação verificou que a tela nada mostrava além de uma confusão de sinais. Quando acionou a fita em um gravador comum, ouviu a voz de seu pai, falecido um ano antes, enviando uma mensagem de Natal à família. Era o dia 9 de dezembro. Depois disso, segundo ele, os contatos entre o espírito e seus familiares passaram a ser regulares. 


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