"Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros." (João 13:35) "Onde estiverem reunidos, em Meu nome, dois ou três, lá estarei no meio deles." (Mateus 18:20)

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terça-feira, 13 de março de 2012

Resposta: "Os espíritas são maravilhosos. O espiritismo, não."

Venho respondendo os vídeos com ataques a Doutrina Espírita no programa Na Mira da Verdade.
Aqui minha resposta ao texto no site do programa em: http://novotempo.com/namiradaverdade/2011/06/02/os-espiritas-sao-maravilhosos-o-espiritismo-nao/

Em vermelho o texto no site, com minhas respostas em seguida:


Os espíritas são maravilhosos. O espiritismo, não.


Uma espírita muito sincera e querida escreveu-me:
“Quando dizem que o espiritismo não é de Deus então vocês acreditam em outro deus. Não existe outro deus, o único deus é Deus, criador de todas as coisas. Prefiro acreditar que o “diabo” também é filho de Deus, um filho que não está no caminho do bem. É fácil amar os espíritos encarnados e desencarnados que estão no bem, difícil é amar e ajudar os espíritos encarnados e desencarnados que ainda não conhecem o caminho do bem. O espiritismo segue o principal ensinamento de Jesus: “amar ao seu próximo como a si mesmo”.
Abaixo, compartilho com você a resposta que dei a ela. Repasse para seus amigos, especialmente àqueles que são espíritas e que precisam da luz de Deus para descobrir a verdade sobre o espiritismo.
Ótima leitura!
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Oi, amiga,
Não tenho dúvidas do amor de Deus por todos os espíritas e do quanto Ele fica feliz em vê-los fazer o bem para o próximo. Isso é digno de louvor e imitação, pois, eles cumprem Mateus 22:39. Todavia, isso não torna o espiritismo algo bom. Boas são as pessoas que fazem parte dele.

Não conseguimos entender isso, pois se as pessoas no Espiritismo são boas,  como ele diz, isso é justamente por influência do Espiritismo ao nos tornar verdadeiros seguidores do Cristo e da moral Evangélica.

"Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros." (João 13:35) 

Não tem como separar uma coisa da outra. Pessoas no Espiritismo fazem o bem porque o Espiritismo as transforma .
Quando perguntado sobre  o que fazer para ter a Vida Eterna, Cristo não disse que era necessário crer que ele é Deus, que ele morreu para salvar o mundo e nem em dogma nenhum. Ensinou, com a parábola do bom samaritano, que o amor desinteressado é que agrada a Deus. Samaritano eram tidos como hereges pelos fariseus, assim como os fariseus de hoje acham o mesmo dos espíritas.  Cristo assim deu uma aula a favor do amor e contra a intolerância religiosa. Mas muitos se esquecem disso e preferem se dedicar a atacar a religião dos outros em sites e programas de TV. Jesus só combatia a hipocrisia, intolerância e o comércio da fé.
Quem diz que o espiritismo não é de Deus é o próprio Deus! Veja o que Ele afirma em Isaías 8:19, 20:
“Algumas pessoas vão pedir que vocês consultem os adivinhos e os médiuns, que cochicham e falam baixinho. Essas pessoas dirão: “Precisamos receber mensagens dos espíritos, precisamos consultar os mortos em favor dos vivos!” Mas vocês respondam assim: “O que devemos fazer é consultar a lei e os ensinamentos de Deus. O que os médiuns dizem não tem nenhum valor.””

Opa! O "Pai da Mentira" se existisse estaria muito feliz com essa tradução mentirosa e tendenciosa. Como é médium em hebraico? Não existia, pois a palavra surgiu com Kardec.Que coisa!!
Conforme Severino Celestino em seu "Analisando as Traduções Bíblicas", esse versículo não condena a mediunidade. Muito pelo contrário. E segundo ele o versículo não diz "o seu Deus" mas "os seus deuses"(elohim significava Deus, deuses e também os seres incorpóreos, como os espíritos de mortos no caso). 
Diz Severino: "Expressamente Isaías questiona: Por que não consultar os mortos em favor dos vivos? Observe a tradução do texto literal e veja o que realmente significa. Isaías demonstra que não existe motivo para não se receber daqueles que estão do outro lado as suas experiências, os seus fracassos e suas vitórias. Isto, é claro, em favor dos que se encontram na matéria, para que se modifiquem e mudem suas condutas e procedimentos em favor de si mesmos, a fim de conseguirem sua evolução espiritual 
"Se vos disserem: "Ide consultar os feiticeiros e adivinhos, cochichadores e balbuciadores", acaso não consultará o povo os seus deuses, e os mortos a favor dos vivos"?."  
Atenção para o versículo 20 que afirma: "Se eles (os mortos do verso anterior) não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles” . Veja quem o texto afirma que há espíritos de luz, e para sabermos se o espirito é de luz o que ele diz deve ser analisado.
Se você ler Deuteronômio 18:10-14 verá que Deus até mesmo usa o termo “abominação” para se referir ao espiritismo (na Nova Versão Internacional, o termo é “repugnância”). Isso por que os espíritos que lá estão foram anjos bem esclarecidos e que tiveram oportunidades para arrependimento depois de pecarem. 

Tudo após o "isso porque..." é a opinião do pastor. Desafio que me provem que os espíritos são sempre demônios, mostrando a base bíblica pra isso...

 E vamos voltar ao livro do Severino Celestino. Segundo ele, a tradução correta dos versículos em Deut. 18 é essa: 
"Quando entrares na terra que Iahvéh,  teu Deus, te dá, não aprendas a fazer as abominações daquelas nações. Não se achará em ti quem faça passar seu filho ou sua filha pelo fogo, nem adivinhador, nem feiticeiros, nem agoureiro, nem cartomante, nem bruxo, nem mago e semelhante, nem quem consulte o necromante e o adivinho, nem quem exija a presença dos mortos" 
"Quando entrares na terra": diz Severino sobre isso: 
"Quando quem entrar? 
   Certamente Moisés se refere aos "Bnei Israel", Filhos de Israel, ou povo de Israel. 
    E a que terra prometida por Deus se refere Moisés? Sabemos que o autor sagrado se refere à terra de Canaã ou terra prometida por Deus a Abraão e seus descendentes. Ora, se estas recomendações foram dirigidas aos filhos de Israel ou Hebreus, nós, espíritas, 4.000 anos depois, não temos a menor responsabilidade sobre esse fato, pois, por acaso, recebemos de Moisés a incumbência de ir para a terra prometida?
Parece-nos que os desejosos de atacar, a todo custo, o seu "PRÓXIMO" só porque possui outra filosofia religiosa, ficam tão preso às questões críticas e pessoais, que não percebem a verdadeira época e origem dos textos sagrados e a quem eles foram realmente dirigidos "
 
Sobre a passagens de crianças pelo  fogo, diz Severino:  "Refere-se esta primeira parte ao costume entre fenícios de queimar os primogênitos no altar de Moloq. Moisés proíbe ainda que nem sequer se faça oferta dos filhos e filhas a Moloq, fazendo-os passar pelo fogo(Lv. 18:21 - 2Rs. 23:10). Os acontecimentos bíblicos fazem pensar em ritos realizados para fundações ou em caso de derrotas e infortúnios(1Rs. 16:34; 2Rs. 3:27) 
    Maimônides (1135-1204), filósofo, médico, mestre da literatura rabínica e um dos maiores iluminadores do povo judeu em todos os tempos, explica este procedimento: "Um grande fogo é aceso. O pai toma um de seus filhos e o entrega aos sacerdotes que são adoradores do fogo. Aqueles sacerdotes devolvem o filho ao pai, após ter sido entregue em suas mãos, para que possa ser passado através do fogo com o consentimento de seu pai. O pai é quem passa o seu filho sobre o fogo, com a permissão do sacerdote. Ele faz seu filho andar com os próprios pés através das chamas, de um lado ao outro. De fato, em tal ritual, não se queima a criança em honra de Moloq como filhos e filhas eram queimados no ritual de uma outra espécie de idolatria, mas faz-se meramente com que ele passe através do fogo, a serviço do ídolo chamado Moloq" 
  Veja a desobediência dos israelitas em 2 Reis 17:17: "Fizeram passar pelo fogo seus filhos e filhas, praticaram a adivinhação e a feitiçaria, e venderam-se para fazer o mal na presença de Iahvéh, provocando sua ira". 
  Eles ainda estavam muito ligados aos costumes egípcios, daí a preocupação de Moisés. Isaías faz referência em seu livro no capítulo 19:3 sobre este costume que é herdado dos Egípcios. Veja seu comentário:  "O espírito dos egípcios será aniquilado no seu íntimo, confundirei o seu conselho. Eles irão em busca dos seus deuses vãos, dos encantadores e dos adivinhos". 
    Na mitologia clássica grega, Cronos devorava seus filhos. A imolação de crianças na fogueira era acompanhada de cerimônias de encantamento destinadas a apaziguar o deus. Acaz, rei de Judá, realizou tais práticas e está em 2Rs. 16:2-4. Veja: "Acaz tinha vinte anos quando começou  a reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém. Não fez o que é agradável aos olhos de Iahvéh, seu Deus, como havia feito David, seu pai. Imitou a conduta dos reis de Israel, e chegou a fazer passar pelo fogo, segundo os costumes abomináveis das nações que Iahvéh havia expulsado de diante dos filhos de Israel" 
Aqui existe, por parte da maioria dos tradutores,  a tendência de utilizar um texto escrito em um passado remoto para adaptá-lo a uma realidade completamente diferente, no presente, tendo, principalmente,  como objetivo condenar uma Doutrina que eles desconhecem. 
   (...) 
   Maimônides esclarece que o encantador é aquele que pronuncia palavras, que não são uma língua, imaginando totalmente que tais palavras são mágicas. Tais encantadores chegam ao ponto de dizer que, se uma pessoa pronunciar determinadas palavras sobre uma cobra ou escorpião eles se tornarão inofensivos e que, se uma pessoa pronunciar certas palavras sobre um homem, ele não será ferido. Entre eles há  aquele que, enquanto fala, segura em sua mão uma chave, pedra ou outro objeto - tudo isso é proibido. O próprio encantador que segurou qualquer objeto em suas mãos ou fez qualquer ato além de falar, mesmo se apenas apontou um dedo, é punido segundo as escrituras. O adivinho é aquele que realiza qualquer ato de modo a cair em um estado letárgico para que sua mente seja afastada de todas as coisas externas, após o que ele prevê futuros eventos, dizendo "isto acontecerá ou não acontecerá" ou "é próprio fazer isto" ou "cuidado ao fazer aquilo". Alguns adivinhos fazem uso da areia ou pedras: o indivíduo se curva à terra e grita; um outro fixa o seu olhar sobre um espelho de metal ou uma lâmpada, e então eles imaginam coisas e falam em seguida. Um outro carrega um bastão na mão, curva-se sobre ele e com ele golpeia o solo, até que sua mente esteja em estado de abstração. Em seguida, ele fala. O profeta Oséias (4:12), refere-se a este costume quando diz: "Meu povo consulta o seu pedaço de madeira e o seu bastão faz-lhe revelações". 
   Refere-se, também, a trabalhos, despachos, adivinhação e semelhantes, com o objetivo de prejudicar alguém ou de obter benefícios pessoais. Sacerdotes lançavam flechas ou as misturavam numa aljava. A ponta emplumada dessas flechas era coberta de inscrições que continham respostas variadas e contraditórias a questões angustiantes. A resposta do deus à questão estava inscrita na flecha retirada ao acaso. 
(...) 
São as mesmas recomendações existentes em Levítico 19:31, 20:6 e 20:27 e em Isaías 8:19.  A palavra consultar ou interrogar, colocada antes de necromante e adivinho, prova que, entre os Hebreus, as evocações eram um meio de adivinhação. 
  Na necromancia, o praticante fica de pé, oferece uma certa espécie de incenso, segura em sua mão um ramo de mirta e o balança. Ele pronuncia suavemente certas palavras conhecidas dos praticantes dessa arte, até que a pessoa que o consulta pensa que alguém está conversando com o necromante respondendo suas perguntas em palavras que soam como se viesse de debaixo do chão em tons excessivamente baixos, quase inaudíveis ao ouvido e apenas aprendidos pela mente. O necromante também costuma tomar o crânio de um homem morto, queimar incenso em seu nome e usar de artes de adivinhação, até que surge o rumor de uma voz, excessivamente baixo, vindo de sob as axilas do necromante e que responde a ele. 
  A palavra "id'oni" refere-se ao feiticeiro que coloca o osso de um animalzinho chamado "yadúa" dentro da sua boca e prediz. 
Nesse caso, Maimônides diz que os que consultam espíritos familiares oferecem incenso, põem o osso (iedúa) em sua boca e realiza outros atos, até que caem ao chão como um epílético e pronunciam previsões de eventos futuros. 
   O nó górdio, que é um nó difícil de desatar, e narrado na lenda de Alexandre, e uma ilustração da prática das tranças, fios de Parcas e outros cordames utilizados nos templos para fim de adivinhação. 
   (...) A maioria traduz dorêsh él-hametim como consulta aos mortos, no entanto, acima já existe o verbo consultar(schoêl) utilizado antes das
palavras "necromante e adivinho". Porém, antes da palavra "mortos" observe que o verbo muda para (lidrôsh) e o primeiro significado do verbo lidrôsh, em hebraico, é exigir, daí, a tradução correta do texto ser exigir a presença dos mortos. Se este verbo tivesse o mesmo significado de consultar, não teria razão de, no versículo, o autor sagrado trocar o verbo "shoêl por dorêsh" antes da palavra "hametim" (mortos)
 
   Existe ainda o agravante: era costume dos adivinhos se deitarem de bruços sobre os túmulos para tentarem estabelecer um diálogo com os mortos. Acreditavam com isso ser possível o diálogo. 
   Maimônides acrescenta ainda que eles jejuavam e depois passavam a noite em um cemitério, a fim de que um morto lhe aparecesse em sonho e comunicasse sobre assuntos que ele desejasse perguntar. Outros vestiam mantos especiais, pronunciavam
certas palavras, ofereciam um incenso especial e dormiam sozinhos no cemitério, a fim de que uma pessoa morta lhe aparecesse em sonho e conversasse com eles.
 
   A proibição de Moisés se dirigia exatamente a este método ou a está prática para se conseguir o intercâmbio. Moisés não diz em nenhum momento se acreditava na eficácia destas práticas. No entanto, proibia o uso, o que já é suficiente para entendermos que ele acreditava no retorno dos mortos, do contrário não as teria proibido. O rei Saul, em casa da Pitonisa de Endor(I Samuel 28:7-19), comprova esta crença que justificava plenamente a proibição. 
    Meu Deus, onde já se ouviu dizer que nenhum espírita, seguidos dos postulados espirituais de Allan Kardec, realize tais práticas? 
   Nós espíritas, conhecedores da faculdade mediúnica, sabemos que está prática é perigosa, principalmente quando aqueles que a praticam são médiuns. Logicamente, os espíritos vampirizadores que normalmente existem nos cemitérios levariam aqueles que praticavam este ato às mistificações e obsessões. 
   Não podemos nos esquecer de analisar a situação em que os livros de Moisés foram escritos e para que povo foram escritos. Encontrava-se o povo hebreu em uma época de idolatria e politeísmo. E este povo era recém-saído do cativeiro e procedente de um país(Egito), onde também reinavam a idolatria e o materialismo. Existia por parte de Moisés uma preocupação em conduzir aquele povo e ao mesmo tempo em exterminar do meio deles a idolatria. Era muito comum, naquela época, a existência dos adivinhos e necromantes, que se intitulavam verdadeiros ídolos, e sendo também muito procurados pelo povo de então. Moisés tenta acabar com estes costumes e as práticas mais populares para poder instituir, entre esse povo, o verdadeiro e único Deus. 
    Ressaltamos ainda, com relação aos mortos, que a proibição de Moisés foi contra a exigência da presença do morto, porque ele sabia que nem sempre isto é possível, o que está em pleno acordo com Kardec que nos informa nem sempre estar o espírito desencarnado em condições de atender ao nosso chamado. Ele poderá até já estar reencarnado em outro corpo e como poderia atender ao chamado? (Veja o Livro dos Médiuns, questões 273, 274, 275) 
   Quem conhece o Espiritismo sabe muito bem que os espíritas não vão a cemitério debruçarem-se sobre túmulos, nem ali dormir, para dialogar com os espíritos e este era costume daquela época, por isso, proibido por Moisés. 
    Além disto, os espíritas não exigem a presença dos "mortos" nem evocam os espíritos superiores para deles obterem revelações ilícitas, nem delas tirarem benefícios pessoais, mas esperam as suas manifestações espontâneas, para delas receberem sábios conselhos e proporcionarem alívio àqueles que sofrem. Se os Hebreus utilizassem a comunicação dos mortos do mesmo modo e seriedade com que os espíritas fazem hoje, certamente Moisés não os teria proibido de nada. Pelo contrário, tê-los ia estimulado. Veja Números 11:26 a 30. 
  (...) Quem disse que espírita é sinônimo de necromante e adivinho?  O Apocalipse fala (Cap. 22: 18 e 19) que "todos aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhe ajuntar  alguma coisa, Deus ajuntará sobre ele as pragas descritas descritas neste livro; e se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da cidade santa, descrita neste livro". Mas existem tradutores mudando os textos e colocando palavras inexistentes e com o único intuito de condenar aqueles que não pensam da mesma maneira que eles. É o caso das palavras "Médium" e "Espiritismo". 
   O Cristo ensinou a amar ao próximo como a nós mesmos (Lv. 19:18; Mt. 19:19). Afirmou, ainda, que não veio para viver com os bons(Mateus Cap. 9:12; Marcos 2:17; Lucas 5:32), no entanto , ainda, existem pessoas que, apesar de possuírem uma filosofia religiosa-cristã, condenam o seu semelhante pelo simples fato de não pensar igual a eles. É como se fossem a expressão única e exclusiva da verdade. Se dizem seguidores do Cristo que ensinou o Amor e o Perdão, mas não perdoam ninguém, a não ser aqueles que vivem segundo seus conceitos, ou seja, os que pensam e possuem a mesma religião que eles. Será que foi isto que o Cristo ensinou? Medite você sobre esta colocação e lembre-se do "não julgueis para não serdes julgados" (Mt. 7:1 e 2). 
As lógicas expostas nos conduzem a não aceitar de forma alguma tais afirmativas, pois estas conclusões tendenciosas e infundadas só interessam aos inimigos gratuitos da Doutrina Espírita. 
  (...) Como poderiam condenar o Espiritismo, uma doutrina codificada no século passado, em 18 de abril de 1857 e que surgiria 4000 anos depois? Por acaso Moisés já conhecia o Espiritismo? Já conhecia os médiuns e espíritas? (...) Esta proibição seria um dos mais fantásticos fenômenos de premonição do escritor do Pentateuco, visto estar condenando algo que surgiria 4000 anos depois, não acha? 
    Na verdade, aqueles que realmente conhecem a Bíblia e o Espiritismo, em sua essência e significado, não condenam esta doutrina. É o caso do Pastor Nehemias Marien, um militante protestante e um dos maiores conhecedores da Bíblia, no Brasil, e com certeza conhecedor também do Espiritismo. É um teólogo de público e notório saber que respondeu sobre as Escrituras Sagradas num programa de TV brasileira e foi amplamente reconhecido por todos como um fenômeno de conhecimento da palavra de Deus. 
   Vejamos, na íntegra, a sua opinião sobre o Espiritismo e Mediunidade em sua obra intitulada 'Jesus, A Luz da Nova Era': "A Doutrina Espírita é essencialmente cristã e tem o seu fundamento nas Sagradas Escrituras. O Espiritismo deve ser entendido como um dos mais caudalosos afluentes do Cristianismo. A mediunidade é um fenômeno que se observa em toda a Bíblia, através dos textos nela psicografados. Nela, os redatores sagrados se manifestam como amanuenses do Espírito: não escreveram de si mesmos mas inspirados pelo Espírito de Deus, afirma o apóstolo Paulo. A ciência espírita sempre integrou a doutrina da Igreja até ser excomungada dos cânones oficiais pela precipitação do Concílio de Constantinopla, em 553 d,C. Neste particular, a sabedoria está na atitude firme do frei agostiniano Martinho Lutero, perante a Dieta de Worms: historicamente os Concílios têm errado, não sendo conveniente ninguém viver de modo contrário à sua consciência. Erram os Concílios e todo aquele que torpedeia a liberdade de consciência. 
    A intransigência protestante até hoje considera o Espiritismo uma artimanha maligna e o catolicismo romano se contradiz diante da incontida espiral de crescimento do Espiritismo, em suas igrejas. 
     (...) Há uma controvertida passagem , nos escritos do apóstolo Pedro, que tem perturbado as regras da hermenêutica bíblica: "Cristo vivificado no espírito foi e pregou aos espíritos em prisão" (I Pedro 3:19). Que prisão  seria essa na qual Jesus pregou? Seria antes ou depois do seu Calvário? Quem teria revelado este fato ao apóstolo? Um inferno geográfico? Se o próprio Jesus não considerou vão estar pregando ali as boas novas, certamente podemos concluir pela existência de uma libertadora evolução espiritual num universo por nós desconhecido. 
    E conclui: Somos todos filhos de um mesmo Deus. E todos temos em nós uma mesma consciência ESPÍRITA'(grifo do Severino). 
   (...) E lembramos ainda que Moisés não falou nenhuma vez em demônios. Ele poderia justificar a proibição dizendo que os mortos não voltavam e quem realmente voltava nestas exigências eram os demônios." 
Mais a frente, sobre Jesus falando com Elias e Moisés, diz Severino: "Trata-se de uma comunicação "espírita" realizada por Jesus, mostrando ainda que as proibições de Moisés não se referiam a esse tipo de encontro no qual o próprio Moisés estava presente. Aqui ocorre um encontro entre entidades evoluídas, o que jamais poderia ser condenado por Moisés que conversava frequentemente com os "espíritos guias" (Elohim) do povo hebreu, e nesta passagem conversa com Jesus. O que foi proibido por Moisés foi a exigência da presença dos espíritos dos "mortos" para atender problemas materiais e interesses pessoais  e ainda na forma estranha de ser realizada em cemitérios.

Este mesmo princípio de conduta nos é orientado por Allan Kardec no Livro dos Médiuns(questões 273, 274 e 275) onde regulamenta a evocação, mostrando que nem sempre sabemos em que situação se encontra o espírito EVOCADO. E ainda nos mostra  que, nas práticas espíritas, a evocação deve ser feita dentro de um regulamento de seriedade, princípios cristãos e só com objetivos bem definidos, uma vez que existe, em alguns casos, dificuldade de se verificar a identidade do espírito evocado, levando, muitas vezes, à mistificação."  

Por terem se rebelado, foram expulsos do Céu com Lúcifer, comandante deles (ler Ap 12:7-9; 2Pe 2:4). Perderam as oportunidades e o destino final deles será o castigo, como o próprio Jesus Cristo disse (Mt 25:41). 

Jayme Andrade, livro "O Espiritismo e as Igrejas Reformadas": 
   A lenda  dos anjos que se rebelaram (2Pedro 2:4) também vale apenas como um símbolo, pois não há lógica na suposição de que Espíritos já chegados ao ponto máximo da perfeição (ou criados já perfeitos, segundo os nossos irmãos, o que seria ainda pior), pudessem alimentar sentimentos de orgulho ou revolta, pois se tal ocorresse, é evidente que não seriam perfeitos. 
   Tudo, porém, encontra explicação nos quadros da Infinita Justiça do Pai Celestial. Hoje sabemos que os planetas passam por diferentes estágios de evolução, acompanhando o nível de progresso alcançado pelos seus habitantes. Mas é claro que nem todos os Espíritos evoluem uniformemente e assim cada orbe chega a um ponto em que os Espíritos recalcitrantes terão de ser expurgados para mundos inferiores, onde irão renascer não apenas como punição pela negligência no dever de elevação moral, mas igualmente com a missão de contribuírem para o progresso daqueles novos mundos, através das "idéias inatas" de que serão portadores. 
   Basta compulsar a Gênesis para comprovar que a raça adâmica foi uma dessas desterradas de um mundo superior. As idéias inatas da "expulsão do paraíso", do castigo de "comer o pão com o suor do próprio rosto", a evidência de outras raças pré-adâmicas já existentes na Terra (Gên. 4:17 e 6:2) e a indubitável comprovação, pelas conquistas científicas modernas, de que o homem já existia na Terra muito antes da época assinalada pela cronologia bíblica, tudo isso se encaixa como uma luva à tese de que a lenda dos "anjos decaídos" nada mais é que um símbolo dessas transmigrações de Espíritos, as quais, de resto, não são tão raras quanto se poderia supor. 
   Tudo nos leva a deduzir que o nosso planeta poderia achar-se em via de sofrer uma dessas transmigrações. O homem terráqueo se desenvolveu intectualmente, ou seja, cresceu em conhecimento ao ponto de dominar a tecnologia nuclear, mas com que finalidade está utilizando esse extraordinário avanço científico? Principalmente para alimentar a escalada da violência, em tal medida que as nações que lideram o mundo acumularam arsenais atômicos capazes de destruir, não somente uma, mas dezenas de vezes, tudo o que a civilização construiu em milênios. 
    Então, em nossa caminhada pelo espaço (é sabido que o Sistema Solar inteiro segue uma determinada trajetória própria através do éter), estaríamos a aproximar-nos de um globo onde as condições de vida são ainda assaz rudimentares e para o qual todos os habitantes da Terra (encarnados e desencarnados) cuja evolução moral não tenha progredido paralelamente à sua evolução intelectual, terão de ser desterrados, ali reencarnando em condições as mais primitivas, com o duplo objetivo a que nos referimos acima. 
    Essa transformação não se faria instantaneamente, porém de maneira lenta e progressiva, como tudo o que ocorre em escala cósmica. Daí a esperança nas profecias que prenunciam um Terceiro Milênio  de paz e fraternidade na Terra, pois aqui só permaneceriam os Espíritos que, por suas virtudes, merecessem usufruir as conquistas alcançadas pela civilização. Parece um sonho, ou fantasia? Tanta coisa existe neste mundo que para os Espíritos simplórios se configura irreal... Portanto, "quem tem ouvidos para ouvir, ouça!". 

Severino C. da Silva em "Analisando as Traduções Bíblicas", sobre quem seria “Lúcifer”: 
"Do latim luz, fero - que traz luz, que dá claridade, luminoso. 
O versículo 12 do capítulo 14 de Isaías deu origem a palavra Lúcifer quando da tradução da Vulgata. Alguns teólogos citam ainda Ezequiel 37:2-11 como referentes a ele. No entanto, nos textos da Bíblia hebraica e grega esta palavra(Lúcifer) não aparece. Acompanharemos as diversas traduções: 
O texto hebraico Isaías 14:12 diz o seguinte: 
(...) "Como caíste dos céus, estrela filha da manhã. Foste atirada na terra como vencedora das nações". 
(...) Veja o versículo em latim onde São Jerônimo coloca a palavra Lúcifer: "quomodo cecidisti de caelo LUCIFER..." 
  Assim, fica constatado que o termo é latino, e lançado por São Jerônimo, quando da tradução da Vulgata, no século III da era Cristã. Alguns tentam ligar esta passagem a Apocalipse 8, 10 como sendo aí a queda de Lúcifer, mas a história de que seria o chefe dos anjos caídos, citados na II Epístola de Pedro 2:4 e Judas 6 não tem fundamento comprovado no Antigo Testamento, como podemos observar. 
  O Capítulo 14 de Isaías do versículo 3 ao 22 refere-se a queda e destruição do rei Nabucodonosor da Babilônia. Foram os padres e teólogos da igreja católica que lançaram o versículo 14:12 como sendo referente a queda do príncipe dos demônios LÚCIFER. 
  Uma vez mais nos deparamos com a questão das traduções, dos folclores e das crenças pessoais" 
Assim diz Severino Celestino da Silva, no livro "Analisando as traduções Bíblicas", sobre "Satanás", que, na verdade, faz parte de uma época de lendas e mitos em todos os povos - era da mitologia - e não haveria de ser diferente com os hebreus: "Satanás é uma figura muito  controvertida na Bíblia. A palavra "Satã" significa acusador. 
      Aparece, pela primeira vez no livro de Jó, sendo como um promotor celestial. A sua intimidade com Deus e o direito de entrar no "Céu", de ir e vir livremente e dialogar com Ele, torna-o uma figura de muito destaque. Veja o livro de Jó 1:6: "Um dia em que os filhos de Deus se apresentaram diante do Senhor, veio também Satanás entre eles". 
     O livro de Jó foi escrito depois do Exílio Babilônico. Sabemos que o povo judeu, tendo retornado a Israel com a permissão de Ciro, rei persa, no ano 538 a.C, assimilou muitos costumes dos persas. Isto ocorreu devido à simpatia e apoio que receberam do rei, que inclusive permitiu a construção do Segundo Templo judaico e ainda devolveu muitos de seus tesouros, que já haviam sido roubados. 
     A religião dos persas, o Zoroastrismo, influenciou sobremaneira o judaísmo. 
     No Zoroastrismo, existe o Deus supreno "Ahura-Mazda" que sofre a oposição de uma outra força poderosa, conhecida como "Angra Mainyu, ou Ahriman", "o espírito mau". Desde o começo da existência, esses dois espíritos antagônicos têm-se combatido mutuamente. 
    O Zoroatrismo foi uma das mais antigas religiões a ensinar o triunfo final do bem sobre o mal. No fim, haverá punição para os maus e recompensa para os bons. 
    E foi do Zoroastrismo que os judeus aprenderam a crença em um "Ahriman", um diabo pessoal, que, em hebraico, eles chamaram de "Satanás". Por isso, o seu aparecimento na Bíblia só ocorre no livro de Jó e nos outros livros escritos após o exílio Babilônico, do ano 538 a.C para cá. Nestes livros, já aparece a influência do Zoroastrismo persa. Observe ainda que a tentação de Adão e Eva é feita pela serpente e não por Satanás, demonstrando assim que o escritor de Gênesis não conhecia Satanás. Os sábios judaicos interpretando o Eclesiastes 10:11 afirmam (Pirkei de Rabi Eliezer 13) que, na verdade, a cobra que seduziu Adão e Eva era o anjo Samael que apareceu na Terra sob a forma de serpente. E que ele é conhecido como "o dono da língua". O Anjo Samael, que apareceu sob a forma de serpente, usou sua língua para seduzir Adão e Eva ao pecado. O poder do mal está em sua língua, e este poder pode ser usado somente para dominar o sábio. Ele não pode prevalecer sobre um ignorante. 
    Uma outra observação interessante é que o livro de Samuel foi escrito antes da influência persa no ano de 622 a.C, e no II livro de Samuel em seu capítulo 24:1, você lê  com relação ao Recenseamento de Israel o seguinte: "A cólera de IAHVÉH se inflamou novamente contra Israel e excitou David contra eles, dizendo-lhe: Vai recensear Israel e Judá" 
    Agora, veja esta mesma passagem no I livro das Crônicas, que foi escrito no começo do ano 300 a.C, portanto, já sob a influência do Zoroastrismo persa, com o já conhecimento de "Ahriman", "Satanás". No Capítulo 21:1 desse livro está escrito: Recenseamento: "e levantou-se Satã contra Israel, e excitou David a fazer o recenseamento de Israel". Portanto, o que era Iahvéh no livro de Samuel aparece agora no livro das Crônicas como SATANÁS. (Confira isso na sua Bíblia). 
    Assim está evidenciado que Satanás não é um conceito original da Bíblia e, sim, introduzido nela, a partir do Zoroastrismo Persa. 
   Passa a existir a partir daí "uma lenda" entre o povo judeu de que Satanás é considerado como o rei dos demônios, que se rebelara contra Deus sendo expulso do céu. Ao exilar-se do céu levou consigo uma hoste de anjos caídos e tornou-se seu líder. A rebelião começou quando ele, Satanás, o maior dos anjos, com o dobro de asas, recusou prestar homenagem a Adão. Afirmam ainda que esteve por trás do pecado de Adão e Eva, no Járdim do Éden, mantendo a relação sexual com Eva, sendo portanto pai de Caim. Ajudou Ló a embriagar-se com vinho e tentou persuadir Abraão a não obedecer a Deus no episódio do sacrifício do seu filho Isaac. 
    Muitas pessoas acreditam muito no poder de Satanás e até o enaltecem em suas igrejas, razão pela qual achamos que seriam fechadas muitas igrejas se seus dirigentes deixassem de acreditar em Satanás. 
   Para seu maior esclarecimento, Kardec faz uma observação sobre Satanás que descrevemos a seguir: ´com relação a Satanás, é evidentemente a personificação do mal sob uma forma alegórica, pois não se poderia admitir um ser mau a lutar, de potência  a potência, com a Divindade e cuja única preocupação seria a de contrariar os seus desígnios. Precisando o homem de figuras e de imagens para impressionar a sua imaginação, ele pintou os seres incorpóreos sob uma forma material, com atributos lembrando suas qualidades e seus defeitos´. 
   E conclui Kardec: 'Modernamente, os anjos ou Espíritos puros são representados por uma figura radiosa, com asas brancas, símbolo da pureza; Satanás com dois chifres, garras e os atributos da animalidade, emblema das paixões inferiores. O vulgo, que toma as coisas pela letra, viu nesses emblemas um indivíduo real, como outrora vira Saturno na alegoria do Tempo". 
   Precisamos compreender e acreditar na misericórdia divina e no amor de Deus por nós. Um Deus onisciente, onipresente, infinitamente justo e bom  e sobretudo AMOR que jamais colocaria entre nós, suas criaturas, alguém com os atributos que o homem colocou em Satanás." 
Em Levítico 19:31 o Criador adverte de que o contato com o espiritismo contamina espiritualmente o ser humano. E em Levítico 20:27 Ele mandava executar o indivíduo que continuasse em tal prática, depois de ter sido avisado.
Isso prova indiscutivelmente que, mesmo Deus amando ao espírita – e muito – ele odeia o espiritismo e que, à luz da Bíblia, não há justificativa para ser espírita.
Levítico 20:27: "Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromancia ou espírito de adivinhação, certamente morrerá; serão apedrejados; o seu sangue será sobre eles. 
Veja definição do Aurélio para "necromancia": "1. ADIVINHAÇÃO pela invocação dos espíritos. 2. MAGIA NEGRA" 
Segundo o livro "Historia das Religiões" de Antonio de Almeida e Souza, Necromancia é um culto de origem egípcia e africana onde os supostos sacerdotes tentam adivinhar o futuro evocando espíritos e com auxilio de restos mortais de animais e de pessoas 
Levítico em momento algum condena o Espiritismo e a comunicação com mortos em geral, mas sim a necromancia, uma forma de magia antiga em que se comunica com mortos para adivinhações(sorte no amor, sorte nos negócios, essas coisas puramente materiais). Em nenhum lugar das obras básicas da Doutrina Espírita você achará algo que recomende práticas necromânticas, divinatórias, adivinhações, feitiçarias ou coisa parecida. Então, de onde vem atitude como essas ? Dos interesses espúrios de algumas religiões que dizem pregar o Evangelho no mundo, mas,  em vez de procurarem unir as criaturas em torno do Amor e da Fraternidade, que é o verdadeiro Evangelho, preferem promover o divisionismo, o ódio, a discórdia e a intolerância. Sentimentos esses que foram responsáveis pela inquisição e pela terrível marca que a Humanidade tem hoje de poder afirmar que as guerras por motivos religiosos já mataram mais gente do que todas as outras guerras juntas. Cristo disse: "Pelos frutos os conhecereis". 
O outro versículo em Levítico também se refere a necromantes e adivinhos.
Os que usam Levítico e Deuteronômio para atacar o Espiritismo deveriam matar o seu filho rebelde, enterrar as próprias fezes, matar todas as pessoas mais poderosas, destruir a espada tudo o que tem vida pela frente e incluindo os animais, consentir com o casamento de um homem com 10 mulheres, deveriam estuprar a esposa do seu inimigo, queimar um boi vivo pra Deus. Por coerência, deveriam, sim.

Apelo a você com carinho: vá à Bíblia. Faça dela sua regra de fé e prática e aceite o que ela dizsobre o kardecismo (e outros tipos de espiritismo). Você se sentirá bem por estar em total harmonia com a vontade de Deus e com a Verdade e garantirá sua salvação eterna.
Informo que Espiritismo é um só, aquele cujo nome foi dado por Kardec a nova doutrina.
Fazemos parte de uma “guerra” entre o bem e o mal e precisamos usar a “armadura espiritual de Deus” para vencermos as forças do mal, como nos ensina Efésios 6:10-18. Se precisamos de tal “armadura” para lidarmos com um inimigo tão poderoso como o diabo e seus anjos, não podemos de forma alguma dar a eles “brechas” para entrarem na nossa vida. Para isso, devemos ficar longe do espiritismo.
Acesse o site www.bibliaonline.net e veja um estudo que fiz sobre o espiritismo à luz da Palavra de Deus. Estarei a sua disposição se quiser esclarecer suas dúvidas.
Um abraço e fique com Deus,

Leandro Quadros.
Perguntamos  que "mal" é esse se o próprio pastor admitiu de início que espíritas praticam o bem?

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